Mostrar mensagens com a etiqueta amor. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta amor. Mostrar todas as mensagens

domingo, 13 de março de 2016

Alheira à Brás

Num festival de comida de rua, perguntaram-me se queria provar "Alheira à Brás".
Adorei.

Utilizei:
3 Alheiras.
1 pacote de batata palha, grande.
3 Cebolas.
2 dentes de alho.
1 folha de louro.
Ovos.
Azeite.
Salsa picada.
Azeitonas pretas.
Piripiri, não é obrigatório mas acho que faz falta nesta receita.
Amor e paixão.

Pico o alho e as cebolas.
Retiro a pele às alheiras e corto-as aos pedaços
Numa frigideira, refogo a cebola e os alhos, é nesta altura do que costumo acrescentar o piripiri e a folha de louro, e algumas azeitonas.

Quando as cebolas começarem a ficar translúcidas, adiciono os pedaços de alheira. Carinhosamente envolvemos e deixamos cozinhar.
Acrescento a batata palha, e envolvo com a alheira.
À parte, batemos os ovos e juntamos.
Nesta altura, costumo desligar o fogão.
Com o calor da frigideira, misturo os vários ingredientes.
Deixamos cozinhar de maneira que esta iguaria "à Brás" seja servida um pouco húmida.
Polvilhamos com a salsa e acrescentamos as azeitonas.
No momento de servir deite amor e paixão.

Sugiro para acompanhar um tinto da região de Setúbal.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Pasta PICANTE de Malagueta / Piri-piri


PASTA PICANTE DE MALAGUETA 


Para os amantes do picante, vou dar-vos uma receita extremamente simples de uma pasta/molho picante.

Precisamos:
Malaguetas frescas, (são mais picantes do que as secas). Atenção que quanto mais pequenas mais picantes.
Azeite
Caldo Knorr, 1 cubo
Sumo de limão (opção)
Varinha mágica
Amor
Paixão

Preparação:
Arranjar as malaguetas, isto é, caso as malaguetas ainda tenham folhas ou caule agarrados, cortamos.
Se quiserem podem cortar as malaguetas para ficarem mais pequenas.
Colocamos as malaguetas num copo.
Acrescentamos um pouco de azeite.
Com a varinha "passamos" as malaguetas.
Acrescentamos 1 cubo de knorr.
Utilizamos novamente.
Vamos acrescentado azeite até estar a nosso gosto.
Quem gostar, pode acrescentar um pouco de sumo de limão.
Colocar a pasta num frasco, povilhar a gosto com amor e paixão.
Guardar no frio. Acho que não é preciso, eu guardo.

Atenção que esta pasta fica mesmo muito picante.



sábado, 31 de outubro de 2015

Docinhos de nozes

Esta receita (deliciosa), encontrei-a no blog:

Mr. Cook & A Cozinha
http://mrcookreceitasdicas.blogspot.com.br/2015/10/docinhos-de-nozes.html

Para a massa:
1 lata de leite condensado
1 colher (sopa) de margarina
100g de nozes trituradas
3 colheres (sopa) de cacau em pó
Amor e paixão

Para decorar:
200g de nozes trituradas

Preparação:
1 - Em uma panela, juntar:
- Margarina,
- Nozes
- Cacau em pó

2 - Misturar com cuidado.
Depois:
Adicionar o leite condensado.
Misturar tudo até ficar homogêneo.

3 - Em lume brando, mexer até soltar do fundo da panela.
4 - Despeje a massa em um prato untado e deixe arrefecer.
5 - Pegar pequenas porções de massa, use uma colher de chá como medida, modele os docinhos e passe-os nas nozes.
6 - Coloque sobre forminhas para docinhos e leve ao frigorífico.
Antes de servir, adidionar amor e paixão.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Moelas para picar

Moelas, é daqueles pratos que todos seabem cozinhar, só que não acreditam nisso.
Existem várias receitas de moelas, podemos e devemos dar oportunidade à nossa imaginação e criatividade.
Se não nos sentirmos muito motivados para inventar uma receita, deixo-vos com umas das muitas combinações de ingredientes.

Precisamos de:
1Kg de moelas
1 Cebola picada
2 Dentes de alho picado
1 chouriço de carne
Folhas de louro (se forem frescas, melhor)
100g margarina, gosto de usar manteiga
Sal
Piripiri
1 Cálice de vinho branco
1 Cálice de whisky, facultativo
Água
Amor
Paixão

Iniciamos por limpar muito bem as moelas, removendo as peles e gorduras.
Lavar muito bem.
Enquanto as moelas escorrem, aproveitamos para picar a cebola o alho e as folhas de louro.
Cortamos as moelas em pedaços.
Cortamos o chouriço em cubos.
Num tacho, refogamos na menteiga a cebola, e o alho.
Quando a cebola alourar, adicionamos o chouriço.
Juntamos o vinho branco.
Deixamos a refogar mais um pouco.
Juntamos as moelas.
Temperamos com sal.
Acrescentamos o piripiri, a gosto.
Deixamos cozinhar um pouco mais.
Acrescentamos água, como as moelas são rijas, necessitam cozinhar bem para ficarem tenras.
Tapamos o tacho e deixamos cozinhar durante cerca 40 minutos.
Antes de servir, acrescentar amor e paixão

sábado, 30 de março de 2013

Camarões em molho de hortelã e coentros

As minhas brincadeita culinárias, levaram-me a outras brincadeiras. Na minha varanda, criei uma horta de aromas. Levou tempo. E tempo, e tempo... Vai que um dia, quando ia regar a terra, noto que existem pequenos pontinhos verdes a aparecer no meio da terra. Ah, finalmente decidiram aparecer.
Bom, mas o que é que isto tem a haver com esta receita? Até tem. Dei por mim com imensa hortelã.
Comecei logo a magicar se não haveria nenhuma receita de camarão com hortelã. Perguntei, procurei, e eis que encontrei uma, bem ao meu lado, ou quase, no blog "Intrusa na Cozinha". Alterei um pouco com o meu toque.

Necessitamos de:
1 kg de camarões
Cebolas
50g de margarina, eu opto pela manteiga, acho que dá outro paladar,
Coentros picados
Folhas de hortelã picada
1 colher de whisky
Sal
Piripiri, sim, já sabem, sou adepto do picante.
Amor
Paixão

Passemos à preparação:

Começamos por arranjar os camarões.
Depois de descongelados, descascamo-los. A casca sai facilmete. Decidi deixar a cabeça, pois acho que dá outro paladar.

Cortamos as cebolas às rodelas.
Refogamos a cebola na margarina/manteiga.
Assim que alourar, juntamos os camarões.
Deixamos cozinhar durante uns 20 segundo.
Temperamos com um pouco de sal.
Regamos com o whisky.
Adicionamos os coentros e a hortelã.
Acrescentamos o piri-piri, o amor e a paixão.
Deixamos cozinhar até ficarem com aquela cor encantadora.

Surpreendente o resultado.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Gomas à Mãe Pimpas

Hoje a Mãe teve uma ajuda especial e gulosa na cozinha, o pequenote quis fazer as gomas que já tinha provado e adorado... a Mãe procurou e puseram mãos à obra!

Para começar precisamos de:
35g de gelatina em pó neutra
1 saqueta de gelatina de sabor à escolha para esta nós usamos de ananás)
200ml de água
300g de açúcar
açúcar para envolver as gomas com muito amor e paixão...


E depois: Colocámos todos os ingredientes num tacho e mexemos bem até dissolver. Levámos depois a lume brando e deixámos ferver 5 minutos mexendo de vez em quando. Colocámos depois a mistura em formas de silicone para bombons e gelo, deviamos ter untado com um pouco de óleo vegetal, mas esquecemo-nos ;). (Se não tiver este tipo de formas coloque a mistura num tabuleiro previamente forrado com papel vegetal)

Levámos a solidificar algumas horas ao frigorífico. Depois com as formas de silicone, bastou desenformar as gomas e passá-las por açúcar. Se usou o tabuleiro, desenforme, retire o papel vegetal e corte-as em cubinhos, passando-as depois pelo açúcar. Guarde num recipiente fechado.


Arroz de camarão para repetir

Pois... é mais uma receita de camarão. Vira o disco e toca o mesmo. Todos me dizem que um dia abro um restaurante que só serve camarão. Na brincadeira, quando convido o pessoal para jantar, marco o encontro no Palácio do Camarão. Quem sabe um dia.
Quer a nossa tradição, que hoje, sexta feira Santa, não se coma carne. Como não almoço em casa, tenho uma refeição resolvida. Para o jantar vou preparar um arroz de camarão. Não digo gambas, pois um amigo brasileiro já me perguntou se eu comia gambá. Gambá? respondi eu, onde foste encontrar essa?
Ah voce fala em gambas, isso não existe no Brasil.
Sempre a aprender. Então, em vez de arroz de gambas, que tem um nome muito mais apelativo, é arroz de camarão. Sinceramente, é mais selecto. Arroz de camarão.

Precisamos de 1kg de camarão, que vai se cozido em casa. Se quiserem podem compra-lo já cozido, perdem é a água da cozedura, um dos segredos do paladar desta receita.

Regressando aos ingredientes:
Amor
Paixão
1 Kg de camarão congelado
3 Tomates vermelhos
Arroz, usei arroz agulha
Sal grosso
Azeite
Piripiri a gosto
1 cebola grande
1 Pimento encarnado
1 Pimento verde
Dentes de alho
Coentros
Água q.b. da cozedura do camarão, não a deitem fora. a que sobrar pode ser aproveitada como base para uma sopa, por exemplo.

Começamos por cozer o camarão, aqui no blog já dei essa receita, aproveitem e adaptem-na.
Costumo coze-los em água com sal, uma cebola, um dente de alho, uma folha de louro e um piripiri.
Como já temos o camarão cozido, reservamos alguns com casca para decoração do tacho. Sim o tacho vai à mesa, não quero que se perca o perfume com as trocas de recipiente.
Os restantes, temos que os descascar. Guardem as cascas e as cabeças, podem ser aproveitadas e trituradas juntamente com a àgua da cozedura para outra finalidade.
Como já temos os camarões preparados, passamos ao arroz.

Num tacho alto, cobrimos o fundo com azeite
Juntamos a cebola picada mais 3 dentes de alho levemente picados
Deixamos refogar até à cebola ficar translúcida.
Neste momento, juntamos o tomate, e os pimentos já cortados, não se esqueçam de reservar uma parte de ambos os pimentos.
Quando tudo estiver cozido, apagamos o lume.
Com a varinha mágica, aqui incluo um pouco de magia, trituramos tudo até obtermos um creme.
Acendemo de novo o lume e em lume baixo juntamos as medidas de arroz.
Envolvemos bem o arroz no creme, e deixamos cozinhar até ferver em lume médio,
Assim que começar a fervilhar, baixamos para lume mínimo.
É neste momento que começamos a adicionar a água onde cozemos os camarõres, aos poucos, até ao arroz estar feito. Se quiserem, podem coar a água antes de a adicionar ao arroz.
Quando o arroz estiver quase cozido, juntamos os camarões, sim aqueles que nos deram uma trabalheira a descascar.
Juntamos um pouco mais de água, para que o arroz fique mais solto.
Adicionamos a gosto o resto dos pimentos encarnados e verdes cortados aos pedacinhos.
Desligamos o fogão.
Polvilhamos com amor, paixão e coentros picados.
Servir de imediato.


.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Mexilhões à Homem do Mar

Este petisco, para quem se delicia como eu com mexilhão, foi-me ensinado pela minha avó. Aprendeu com o meu avô, um homem que sempre viveu do e para o mar.
Contam que ambos, o meu avô e o mar, tinham longas conversas.
Uma curiosidade, é que nunca iniciava uma pesca sem antes pedir autorização ao mar.
Adoro mexilhão, e como tal, não podia deixar de incluir esta receita de Mexilhão à Homem do Mar.

O mexilhão é uma marisco que cozinha rápido, o demorado é limpá-los, mas o que investimos nessa tarefa vale a pena. O resultado é... experimentem

Precisamos de:
2 a 3Kg de Mexilhão (bem lavados,, limpos e arranjados, lavem-nos mais umas vezes)
1 Cebola grande cortada às rodelas. Gosto de ver as tiras de cebola, acho que dá mais paladar.
1 Pimento vermelho cortado aos cubos
1 Pimento verde cortado aos cubos
2 a 3 Dentes de alho picados
1 Copo de vinho branco
Salsa picada
Azeite
Vinagre
Piripiri para quem gosta, pode ser substituido por pimenta preta
Sal q.b.
Colorau, para o paladar e um pouco côr.
Paixão
Amor

Lavamos e limpamos muito bem os mexilhoes.
Depois de arranjados, lavamos mais uma ou duas vezes.
Por favor, deitem for todos aqueles que tiverem as conchas partidas.

Num tacho colocamos o vinho branco, sugiro que usem o mesmo que forem servir.
Colocamos os mexilhões no tacho, tapamos e deixamos cozinhar até estes abrirem. Os mexilhões cozem rápido, 3, 5 minutos será suficiente.
Retirem os mexilhões do tacho, e coloquem-nos numa travessa.
Rejeitas aqueles que não abriram, é importante que façam isso. Podem não estar bons.
Num outro tacho, fazemo um refogado com a cebola e o alho.
Acrescentamos o pimento vermelho e o pimento verde.
Adicionamos o piripiri.
Mexemos e deixamos o refogado apurar.
Assim que começar a ganhar uma côr alourada, temperamos com um pouco de sal e o colorau
Mexemos mais um pouco, e juntamos um pouco de vinagre.
Deixamos ferver um pouco.
Apagamos o lume e juntamos a salsa.
Espalhamos o molhos por cima dos mexilhões.
Despejamos uma mão cheia de amor e paixão.

Servimos e esperamos que nos peçam a receita. Fazemo-nos rogados, mas damos.
Para acompanhar o mesmo vinho branco que usamos para abrir os mexilhões.






quarta-feira, 13 de março de 2013

Refogado de búzios à avô Leão

Nas minha arrumações, encontrei no meio de antiguidades de papel uma receita do meu avô. Búzios refogados. Contaram-me que em dias especiais, avô gostava fazer esta especialidade de cabo verdiana.
Recordo que numa das minhas viagens a Cabo Verde, ter provado esta iguaria numa das refeições.
Não sei se foi do refogado de búzios se foi da água de Santo Antão, sei é que fiquei bem reconfortado. Não vos vou dizer o que é a água de Santo Antão, deixo à vossa imaginação.

Necessitamos de:
1kg de búzios
1 Cebola picada
3 Dentes de alho
1 a 2 Folhas de louro (se forem frescas, ainda melhor)
1 Tomate grande, maduro picado
Salsa picada
Sal
Azeite
Grogue (se não tiverem, inventem, aguardente, vodka...)
Piripiri.
Amor
Paixão

Cozemos os búzios em água e sal (dada a dificuldade de termos água do mar, coisa que é banal em Cabo Verde), até que o molusculo fique mole. O búzio fica desagradavel quando rijo,
Deixamos arrefecer, e cortamos em pedaços pequenos. Como se fossemos fazer uma salada de búzios.
Numa frigideira, colocamos o azeite e refogamos a cebola com o alho.


Búzios Refogados

Nas minha arrumações, encontrei no meio de antiguidades de papel uma receita do meu avô. Búzios refogados. Contaram-me que em dias especiais, avô gostava fazer esta especialidade de cabo verdiana.
Recordo que numa das minhas viagens a Cabo Verde, ter provado esta iguaria numa das refeições.
Não sei se foi do refogado de búzios se foi da água de Santo Antão, sei é que fiquei bem reconfortado. Não vos vou dizer o que é a água de Santo Antão, deixo à vossa imaginação.

Necessitamos de:
1kg de búzios
1 Cebola picada
3 Dentes de alho
1 a 2 Folhas de louro (se forem frescas, ainda melhor)
1 Tomate grande, maduro picado
Sala picada
Sal
Azeite
Grogue (se não tiverem, inventem, aguardente, vodka...)
Piripiri.
Amor
Paixão

Cozemos os búzios em água e sal (dada a dificuldade de termos água do mar, coisa que é banal em Cabo Verde), até que o molusculo fique mole. O búzio fica desagradavel quando rijo,
Deixamos arrefecer, e cortamos em pedaços pequenos. Como se fossemos fazer uma salada de búzios.
Numa frigideira, colocamos o azeite e refogamos a cebola com o alho.
Juntamos o tomate já picado e as folhas de louro.
Colocamos, este passo é importante, o lume muito baixo.
Adicionamos os búzios, já cortados, temperamos com sal, e acrescentamos o piripiri.
Assim que começar a refogar, regamos com o grogue,
Com muito cuidado, para não provocar nenhum acidente, pegamos fogo.
Deixamos arder até o álcool evaporar.
Para terminar, uma mão de paixão e amor.

Foi-me servido com uma cleps, mas a companhia de um vinho verde fica bem.


segunda-feira, 11 de março de 2013

Refogado de camarão à Portuguesa

Mais uma receita de camarão que me deram e que ainda não fiz.
Pelos ingredientes parece-me apetitosa.
Quem sabe se um dia não convido quem me deu a receita para servir de cobaia.
Vamos lá lavar as mãoe e vamos cozinhar.

Vamos precisar de:

50g manteiga
2 cebolas picadas
1 copo de água
3 dentes de alho, picados
Salsa fresca picada
Açafrão
Açafrao dissolvido em àgua morna, mais ou menos durante 15 minutos
1 copo de vinho tinto
Sumo de limão
Sal marinho, não havendo pode ir mesmo sal grosso
Pimenta preta
Pimenta vermelha
800 g de camarão descascado:
Amor
Paixão

Num tacho, começamos por refogar a cebola na manteiga até alourar.
Baixamos um pouco o lume.
Adicionamos o alho a salsa e o açafrão.
Deixamos refogar mais 5 minutos.
Adicionamos a água e água de açafrão (o açafrão dissolvido na água).
Tampamos o tacho e  deixamos cozinhar por mais 5 minutos.

À parte, misturamos o sumo do limão no vinho tinto.
Adicionamos a mistura ao nosso cozinhado, baixamos um pouco o lume e deixamos ferver até que o álcool evapore.
Reduzimos novamente o lume e deixamos cozinhar mais um pouco
Adicionamos o camarão,
A gosto temperamos com sal, pimenta preta, e pimenta vermelha esmagada.
Deixamos cozinhar até o camarão ter aquela cor laranja.
Antes de apagar o lume, acrescente amor e paixão.
Servir em pequenas tigelas com pão duro para ensopar
e ou pode com arroz.

Se experimentarem, digam-me.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Sigá ao modo da mãe do Jan

De quando em vez, perguntava ao Jan, o Janilson meu amigão da Guiné-Bissau, mas nascido em Portugal, quando é que me convidava para ir almoçar a casa dele. Fazia-o na brincadeira. Convidava-me sempre que o via: Então Jan quando é que vou almoçar ou jantar a tua casa?
Respondia-me com o habitual sorriso simpático.
Um dia, antes de ter oportunidade de me convidar, diz-me:
- A minha mãe veio da terra, conta contigo para jantarmos.
Os olhos muito acessos: - vai fazer Sigá. Não te digo o que é, nem dou a receita.
E lá fui eu.
Mal tinha sido apresentado à Sra dona Maria, mãe do Jan, diz-me:
- Filho ajuda-me aqui, assim aprendes a fazer Sigá.

Bom, vamos aos ingredientes, que estou com apetite:

400 g de quiabos (canje)
1dl de óleo de palma (cíti)
1kg de camarão descascado
Sal
1 cebola picada
200 g de jagatu (soube que era uma espécie de tomate, mas mais amargo que o nosso. Fizemos com tomate normal)
piripiri (a gosto)
Amor
Paixão

Num tacho cozemos os camarões descascados num pouco de água, já com a cebola picada, sal e o piripiri.
Juntamos os quiabos (canje)
Adicionamos tomates cortados às rodelas (jagatus)
Acrescentamos o óle de palma (cíti)
E pomos mais um pouco de água.
Tapamos o tacho e deixamos cozinhar.
No momento de servir acrescentamos Amor e Paixão.
Foi servido com arroz branco.

Gostei tanto, que continuo a fazer-me de convidado.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Camarão frito com caril

Não sou grande adepto de fritos, mas, há sempre um mas. Uns não queriam camarão cozido, outros não estavam virados para os grelhados, ainda falei nuns camarõezinhos à Moçambicana. Acho que estavam todos combinados para me obrigarem a fazer camarões fritos. Mas, mais um mas, tive que dar o meu toque pessoal.
Necessitamos de:

Paixão
Amor
1 Kg de camarão (descongelado)
6 a 8 dentes de alho (esmagados ou laminados)
Malaguetas - piri-piri (a gosto)
Azeite
Sal
Whisky (não obrigatório)
Caril (não obrigatório, passa a ser camarão frito sem caril)
Limões

Quando o camarão estiver descongelado, abrimo-los parcialmente pelo dorso e retirarmos a tripa. Esta operação é importante, o camarão fica com outro sabor.
Atenção para o camarão não ficar dividido em duas metades. Se acontecer... fica bom na mesma.
Temperamos com sal e reservamos algum tempo.
Se tiverem paciência, optem por secar um pouco os camarões antes de os fritarem.
Numa frigideira, ou  num tacho, fica ao vosso critério, colocamos uma quantidade de azeite, o que acharem indicado. Também se pode fazer com óleo, margarina, uma combinação dos dois ingredientes, mas, olha outro mas, como só tinha azeite, fiz com o que tinha.
Colocamos o azeite no recipiente, (assim resolvo a questão da frigedeira e do tacho), deixamos aquecer.
Acrescentamos os alhos já esmagados, o piripiri, e aguardamos que o azeite receba os aromas e paladares do alho.
Assim que o ar começar a estar perfumado com o aroma do alho, adicionamos os camarões.
Ter atenção em ir virando os camarões para ficarem fritos de ambos os lados.
Quando estiverem quase fritos, retiramo-los e reservamos nun recipiente à parte.

Agora vamos tratar do molhinho:
Depois de termos tirado os camarões do recipiente, adicionamos um cálice de whisky. O whisky é opcional, mas dá alma.
Adicionamos uma colher de sobrmesa de caril, e deixamos que o álcool evapore.
Depois, acrescentamos de novo os camaões para estes receberm os novos aromas e paladares.
Antes de chamarmos os meninos para a mesa, polvilhamos com muito amor e paixão.
Servimos com limão cortado aos gomos, para quem goste.
Sim, podem molhar o pão no molho, não deviam... um dia não são dias.


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Arroz-Doce (São Tomé)

No meio de um crioulo que não domino, mais ainda cerrado, consegui que me dessem esta delícia que tive a honra de saborear.
Não digo mais nada. Experimentem.

Necessitamos de:
1 litro de leite de côco (se for fresco, perfeito)
250g de açucar
1 pau de canela
230g de arroz
Água q.b.
Canela em pó
1 pitada de sal
Amor
Paixão

Começamos por cozer o arroz com o pau de canela, a casca de limão e uma pitadita de sal.
Depois do arroz estar cozido, escorremos a água.
Misturamos ao arroz, o açucar e o leite de côco.
Deixamos ferver até ficar cremoso
Não esquecer de ir mexendo.
Retiramos do lume.
Adicionamos o amor e a paixão
Polvilhamos com canela em pó.

Aconselho a esconder dos gulosos.

Molho de Melancia para Massa

Recordo-me de ter visto este molho ser feito num programa de televisão, mas não consegui ficar com a receita. Lembro-me de os espectadores que provaram dizerem que não notavam diferença, que aliás era mais saboroso. Há uns dias consegui obter esta tão curiosa receita.

Vamos necessitar de,
Amor
Paixão
1 colher de sopa de azeite
1 cebola picada finamente
2 dentes de alho esmagados
4 chávenas de melancia picada
Salsa picada
Manjericão picado
Sal, uma pitada

Preparação:
refogamos a cebola e o alho no azeite.
Juntamos a melancia.
Deixamos apurar.
Acrescentamos a salsa, o manjericão.
Verificar o sal.
Adicionamos o amor e a paixão.

Servimos sobre a massa.
O resultado é surpreendente...

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Camarão com quiabos

Mais receita africana, Angola, de camarão.
Nesta delícia, gosto do jogo de sabores e aromas, da mistura dos quiabos com o camarão e da simplecidade de a confeccionar. Muito surpreendente o resultado.
Necessitamos de:

1 Kg de camarão, eu costumo arranja-los. Tiro a casca, a tripa, mas deixo a cabeça
20 quiabos cortados às rodelas
4 tomates
1 cebola
2 dentes de alho
óleo de palma
Gindungo (piripiri)
Sal
Amor
Paixão

Numa frigideira, colocamos o óleo de palma.
Refogamos a cebola, o alho e acrescentamos o tomate.
Juntamos ao refogado os quiabos previamente cortados às rodelas, os camarões já arranjados e o gindungo.
Deixamos apurar em lume brando.
No momento de servir, acrescentar amor e paixão.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Camarões à moda de Moçambique (Nacional)

Cá estou eu, mais uma vez com uma receita de camarões.
Esta receita foi-me passada por um primo da minha mãe, que sabendo do meu fascínio por receitas de camarão, falou-me dela. Não resisti e tive que a pedir.
Disse-me que era uma receita típica de Moçambique, inclusivamente falou de ser conhecida por "Camarões à Nacional".
Ainda não a fiz, mas estou a tentado fazer para a noite de Consoada, sim, estou a escrever esta receita em vésperas do Natal de 2011

Nota a 27/12/2011:
Acabei por fazer este petisco para a noite de Consoada, foi um sucesso aprovado, no entanto tenho que experimentar acrescentar acrescentar cominhos à receita. gosto do sabro dos cominhos com o camarão. Uma sugestão que faço, é de vez em quando ir regando os camaarões com o próprio molho.

Necessitamos de como sempre dois ingredientes especiais que devemos usar e abusar:
Amor
Paixão
250g de margarina, eu prefiro manteiga
1 Kg de Camarão, claro se for camarão de Moçambique muito melhor
6 dentes de alho
Piripiri 2 a 3 malaguetas, aqui está ao vosso gosto, eu como sabem sou adepto do picante
Um pouco de sal
Azeite
Cerveja

Começamos por lavar os camarões.
Secamos muito bem os camarões.
Com muito cuidado, abrimos os camarões pelo dorso, sem os separar nem retirar a cabeça.
Retiramos a tripa.

Num almofariz ou pilão, já que estamos a falar duma receita africana, colocamos os dentes de alho um pouco sal , o piripiri, e a manteiga.
Misturamos ou pilamos até obtermos uma pasta homogénea.
Untamos os camarões um a um com a pasta.
Colocamos os camarões abertos, num tabuleiro que possa ir ao forno
Deixamos os camarões envoltos nessa pasta durante alguma horas
Regamos com  azeite e cerveja.

Levamos ao forno pré-aquecido a 200º
Passados 15-20 minutos, verificar se a casca está vermelha, devem estar prontos.
Servir de imediato.
Atenção ao servir polvilhar com amor e paixão
Para acompanhar foi-me falado em batata frita às rodelas, mas julgo que um arroz branco fique bem.



terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Chacuti de galinha como eu provei

A minha atracção pelos sabores africanos e asiáticos como já devem ter percebido é enorme, o que me leva a provar e procurar paladares diferentes dos habituais.
Sou da opinião que devemos alargar a cultura do nosso palato, e assim procurar e provar novos horizontes dos sabores.
Chacuti, é um orquestra de sabores, condimentos, aromas.
Vamos precisar de adquirir alguns condimentos. Já vi no mercado, ainda não utilizei, saquetas com um preparado para o Chacuti, o que torna a preparação mais fácil.
Como sempre há várias maneiras de confeccionar a mesma iguaria, a receita que dou foi como eu provei.
Ai os aromas, os sabores, que maravilha...

Vamos precisar de:

1 Galinha
3 cebolas picadas finamente
4 dentes de alho picados finamente
Azeite ou óleo
150 g de coco ralado
50 g de amêndoa moída
7,5 dl de caldo de galinha
1 malagueta picada
Coentros frescos
1 colher chá de gengibre fresco ralado
1 colher chá de açafrão
2 Cravo-da-Índia ou uma pitada de cravinho em pó
Noz-moscada ralada na altura
1 colher de chá de cominhos em pó
Pimentão doce
2 paus de canela
Sal e pimenta moída na altura
Amor
Paixão

Reunidos os condimentos, passamos à fase seguinte
Torrar o côco ralado e as amêndoas:
Numa frigideira anti-aderente torramos em seco, o côco ralado e as amêndoas. 

Arranjar a galinha e corta-la em pedaços. 
Temperamos com sal e pimenta e reservamos.
Num tacho, colocamos o azeite, as cebolas e os alhos.e deixamos a refogar levemente.
Acrescentamos o gengibre os paus de canela e a malagueta picada, (piripiri).
Quando a cebola estiver com uma aparência macia, juntamos a galinha. 
Deixamos cozinhar, mais ou menos 10 minutos. Não esquecer de ir mexendo.

Enquanto a galinha cozinha, misturamos muito bem a amêndoa e o côco já torrado ao caldo de galinha que deve estar quente.
Depois de bem misturado, adicionamos à galinha que coze no tacho.
A fase seguinte é acrescentar o "festival" de condimentos:
Adicionamos os cravos-da-índia, a noz-moscada ralada na altura, os cominhos, o pimentão doce, o açafrão.
Envolvemos bem, e deixamos cozinhar mais algum tempo.
Juntamos os coentros picados. 
Adicionamos amor e paixão
Envolvemos tudo e servimos.

Sendo um prato da cozinha tradicional de Goa, para acompanhar sugiro arroz Basmati.





segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Bolo de alfarroba da avó Josefina

Este bolo tem tanto de sucesso como de surpreendente. Até revelar que é de alfarroba, acreditavam que estava perante um delicioso bolo de chocolate, e de chocolate nada tem.

É delicioso olhar para os olhos e expressões faciais das crianças e alguns crescidos, quando vêem o bolo. 
- Bolo de chocolate!!!! com os olhinhos bem arregalados.
- Mãe há bolo de chocolate.
Maravilhoso.
Outros perguntam-me, se é de chocolate, eu respondo, que é de feijão.
No final todos pedem a receita.
É mais uma das receitas simples.

Precisamos dos seguintes ingredientes:

6 ovos
2,5 dl de leite (podemos colocar mais um bocadinho)
2,5 dl de óleo Fula (agora podemos  "roubar" um bocadinho)
2,5 chávenas de farinha "Branca de Neve", gosto de usar esta
0,5 chávena de farinha de Alfarroba (compro no Celeiro)
2,5 chávenas de açúcar
Raspa de 2 limões
1 colher de sopa bem cheia de fermento
Amor
Paixão
Misturamos  tudo
Untamos a forma com margarina, e em vez de farinha para polvilhar usamos pão ralado.
Passaram-me esta dica do pão ralado, não acreditei, mas para poder dizer mal experimentei. Um sucesso, o bolo desenformou na perfeição. Estamos sempre a aprender.

Levamos ao forno.
Atenção, tomar conta do bolo senão desaparece num instante.




quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Djagacida da minha tia Berta

Aquele mar prata, o sol dourado, a morabeza do povo, a djagacida, que sodade.
Mais uma receita que consegui recuperar, da minha Tia Berta, com muita dificuldade, o que me obrigou a algum trabalho de pesquisa extra.
Esta receita faz parte da tradição de Cabo Verde. Só quem sabe da sua existência é que pergunta. Não tenho conhecimento que nos roteiros turísticos, chamem a atenção para esta delícia.
Podem dizer que não passa de uma feijoada misturada com arroz, mas não, é mais que isso. É jdagacida.
Aqui fica a sugestão para fazerem em casa. 
Mas que sodade.

Precisamos de:
Muita mas muita morabeza
Paixão
Amor
1 Cebola média
3 chávenas de arroz
200g de feijão
200g Abóbora
300g de couve lavada e cortado em pedaços
250g de carnes salgadas cortada em pedaços
Arroz
Água
Sal q.b.
Pimenta q.b
Piripiri
Colorau
Salsa
2 Folhas de Louro
Azeite mais ou menos 2 colheres de sopa

Preparação:
Se tiverem um ta tacho de barro, usem-no, caso contrário uma panela serve.
- Refogamos a cebola cortada em quartos em azeite.
- Juntamos o louro, o piripiri e cerca de 5 copos de água.
 - Tapamos a panela a panela e deixamos ferver.
- Adicionamos 2 tigelas de arroz, sal e pimenta,
a abóbora descascada e cortada em cubos,
o feijão previamente demolhado ou em lata, a couve.
Cozer em lume brando até que os legumes estejam cozidos.
Se necessário, juntamos mais água.
Não esquecer de efectuar todo o cozinhado com muita morabeza, e no final acrescentar muito amor e paixão.