Num festival de comida de rua, perguntaram-me se queria provar "Alheira à Brás".
Adorei.
Utilizei:
3 Alheiras.
1 pacote de batata palha, grande.
3 Cebolas.
2 dentes de alho.
1 folha de louro.
Ovos.
Azeite.
Salsa picada.
Azeitonas pretas.
Piripiri, não é obrigatório mas acho que faz falta nesta receita.
Amor e paixão.
Pico o alho e as cebolas.
Retiro a pele às alheiras e corto-as aos pedaços
Numa frigideira, refogo a cebola e os alhos, é nesta altura do que costumo acrescentar o piripiri e a folha de louro, e algumas azeitonas.
Quando as cebolas começarem a ficar translúcidas, adiciono os pedaços de alheira. Carinhosamente envolvemos e deixamos cozinhar.
Acrescento a batata palha, e envolvo com a alheira.
À parte, batemos os ovos e juntamos.
Nesta altura, costumo desligar o fogão.
Com o calor da frigideira, misturo os vários ingredientes.
Deixamos cozinhar de maneira que esta iguaria "à Brás" seja servida um pouco húmida.
Polvilhamos com a salsa e acrescentamos as azeitonas.
No momento de servir deite amor e paixão.
Sugiro para acompanhar um tinto da região de Setúbal.
Sou um apaixonado pela culinária. Tanto pela arte da cozinha, como pela paixão de comer. Devoro todos os programas de culinária. Um dia, ainda aprendo a cozinhar! Aqui, quero partilhar as receitas que faço, que me oferecem. Há ingredientes indispensáveis que utilizo e que fazem a diferença: Amor e Paixão!
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domingo, 13 de março de 2016
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Moelas para picar
Moelas, é daqueles pratos que todos seabem cozinhar, só que não acreditam nisso.
Existem várias receitas de moelas, podemos e devemos dar oportunidade à nossa imaginação e criatividade.
Se não nos sentirmos muito motivados para inventar uma receita, deixo-vos com umas das muitas combinações de ingredientes.
Precisamos de:
1Kg de moelas
1 Cebola picada
2 Dentes de alho picado
1 chouriço de carne
Folhas de louro (se forem frescas, melhor)
100g margarina, gosto de usar manteiga
Sal
Piripiri
1 Cálice de vinho branco
1 Cálice de whisky, facultativo
Água
Amor
Paixão
Iniciamos por limpar muito bem as moelas, removendo as peles e gorduras.
Lavar muito bem.
Enquanto as moelas escorrem, aproveitamos para picar a cebola o alho e as folhas de louro.
Cortamos as moelas em pedaços.
Cortamos o chouriço em cubos.
Num tacho, refogamos na menteiga a cebola, e o alho.
Quando a cebola alourar, adicionamos o chouriço.
Juntamos o vinho branco.
Deixamos a refogar mais um pouco.
Juntamos as moelas.
Temperamos com sal.
Acrescentamos o piripiri, a gosto.
Deixamos cozinhar um pouco mais.
Acrescentamos água, como as moelas são rijas, necessitam cozinhar bem para ficarem tenras.
Tapamos o tacho e deixamos cozinhar durante cerca 40 minutos.
Antes de servir, acrescentar amor e paixão
Existem várias receitas de moelas, podemos e devemos dar oportunidade à nossa imaginação e criatividade.
Se não nos sentirmos muito motivados para inventar uma receita, deixo-vos com umas das muitas combinações de ingredientes.
Precisamos de:
1Kg de moelas
1 Cebola picada
2 Dentes de alho picado
1 chouriço de carne
Folhas de louro (se forem frescas, melhor)
100g margarina, gosto de usar manteiga
Sal
Piripiri
1 Cálice de vinho branco
1 Cálice de whisky, facultativo
Água
Amor
Paixão
Iniciamos por limpar muito bem as moelas, removendo as peles e gorduras.
Lavar muito bem.
Enquanto as moelas escorrem, aproveitamos para picar a cebola o alho e as folhas de louro.
Cortamos as moelas em pedaços.
Cortamos o chouriço em cubos.
Num tacho, refogamos na menteiga a cebola, e o alho.
Quando a cebola alourar, adicionamos o chouriço.
Juntamos o vinho branco.
Deixamos a refogar mais um pouco.
Juntamos as moelas.
Temperamos com sal.
Acrescentamos o piripiri, a gosto.
Deixamos cozinhar um pouco mais.
Acrescentamos água, como as moelas são rijas, necessitam cozinhar bem para ficarem tenras.
Tapamos o tacho e deixamos cozinhar durante cerca 40 minutos.
Antes de servir, acrescentar amor e paixão
sábado, 30 de março de 2013
Camarões em molho de hortelã e coentros
As minhas brincadeita culinárias, levaram-me a outras brincadeiras. Na minha varanda, criei uma horta de aromas. Levou tempo. E tempo, e tempo... Vai que um dia, quando ia regar a terra, noto que existem pequenos pontinhos verdes a aparecer no meio da terra. Ah, finalmente decidiram aparecer.
Bom, mas o que é que isto tem a haver com esta receita? Até tem. Dei por mim com imensa hortelã.
Comecei logo a magicar se não haveria nenhuma receita de camarão com hortelã. Perguntei, procurei, e eis que encontrei uma, bem ao meu lado, ou quase, no blog "Intrusa na Cozinha". Alterei um pouco com o meu toque.
Necessitamos de:
1 kg de camarões
Cebolas
50g de margarina, eu opto pela manteiga, acho que dá outro paladar,
Coentros picados
Folhas de hortelã picada
1 colher de whisky
Sal
Piripiri, sim, já sabem, sou adepto do picante.
Amor
Paixão
Passemos à preparação:
Começamos por arranjar os camarões.
Depois de descongelados, descascamo-los. A casca sai facilmete. Decidi deixar a cabeça, pois acho que dá outro paladar.
Cortamos as cebolas às rodelas.
Refogamos a cebola na margarina/manteiga.
Assim que alourar, juntamos os camarões.
Deixamos cozinhar durante uns 20 segundo.
Temperamos com um pouco de sal.
Regamos com o whisky.
Adicionamos os coentros e a hortelã.
Acrescentamos o piri-piri, o amor e a paixão.
Deixamos cozinhar até ficarem com aquela cor encantadora.
Surpreendente o resultado.
Bom, mas o que é que isto tem a haver com esta receita? Até tem. Dei por mim com imensa hortelã.
Comecei logo a magicar se não haveria nenhuma receita de camarão com hortelã. Perguntei, procurei, e eis que encontrei uma, bem ao meu lado, ou quase, no blog "Intrusa na Cozinha". Alterei um pouco com o meu toque.
Necessitamos de:
1 kg de camarões
Cebolas
50g de margarina, eu opto pela manteiga, acho que dá outro paladar,
Coentros picados
Folhas de hortelã picada
1 colher de whisky
Sal
Piripiri, sim, já sabem, sou adepto do picante.
Amor
Paixão
Passemos à preparação:
Começamos por arranjar os camarões.
Depois de descongelados, descascamo-los. A casca sai facilmete. Decidi deixar a cabeça, pois acho que dá outro paladar.
Cortamos as cebolas às rodelas.
Refogamos a cebola na margarina/manteiga.
Assim que alourar, juntamos os camarões.
Deixamos cozinhar durante uns 20 segundo.
Temperamos com um pouco de sal.
Regamos com o whisky.
Adicionamos os coentros e a hortelã.
Acrescentamos o piri-piri, o amor e a paixão.
Deixamos cozinhar até ficarem com aquela cor encantadora.
Surpreendente o resultado.
sábado, 23 de março de 2013
Cafriel de frango por Jesus Lee
Simples e muito delicioso.
Adorei a frase: "Se queres aprender, mete no tacho".
Foi o que fiz.
Li esta receita de Jesus Lee, na revista Visão nº 1043 de 28 de fevereiro a 6 de março de 2013.
Deixo aqui o link: http://visao.sapo.pt/cafriel-de-frango=f717858
Alterei a receita adicionando dois ingredientes que todos nós temos em casa, Amor e Paixão.
Sim, ã receita não menciona as quantidades, daí que para aprendermos, só temos que meter no tacho e esperar o resultado. Se correu, bem, da próxima corre melhor. Sigam o conselho, meter no tacho e aprender.
Necessitamos de:
Frango do campo
Cebola
Sumo de tamarino
Coentros frescos
Açafrão da Índia
Gengibre
Malaguetas verdes
Canela
Alho
Azeite
Sumo de limão
Cravinho
Sal
Picamos os coentros, o alho, as malaguetas e o cravinho
Juntamos o açafrão, o gengibre e a canela, o sal.
No final juntamos o sumo do tamarino e limão a gosto.
Cortamos o frango em pedaços, e juntamos ao preparado onde deixamos marinar durante 3 horas.
Fazemos um refogado de cebola, com pouca gordura, e juntamos o frango,
Deixamos cozer em lume brando, durante cerca meia hora.
Antes de servir, juntamos uma grande quantidade de amor e paixão.
Servimos com arroz branco.
Jesus Lee recomenda as quantidades devem ficar ao critério e a gosto de cada um: "Se queres aprender, mete no tacho",
Um apelo à nossa criatividade.
Adorei a frase: "Se queres aprender, mete no tacho".
Foi o que fiz.
Li esta receita de Jesus Lee, na revista Visão nº 1043 de 28 de fevereiro a 6 de março de 2013.
Deixo aqui o link: http://visao.sapo.pt/cafriel-de-frango=f717858
Alterei a receita adicionando dois ingredientes que todos nós temos em casa, Amor e Paixão.
Sim, ã receita não menciona as quantidades, daí que para aprendermos, só temos que meter no tacho e esperar o resultado. Se correu, bem, da próxima corre melhor. Sigam o conselho, meter no tacho e aprender.
Necessitamos de:
Frango do campo
Cebola
Sumo de tamarino
Coentros frescos
Açafrão da Índia
Gengibre
Malaguetas verdes
Canela
Alho
Azeite
Sumo de limão
Cravinho
Sal
Picamos os coentros, o alho, as malaguetas e o cravinho
Juntamos o açafrão, o gengibre e a canela, o sal.
No final juntamos o sumo do tamarino e limão a gosto.
Cortamos o frango em pedaços, e juntamos ao preparado onde deixamos marinar durante 3 horas.
Fazemos um refogado de cebola, com pouca gordura, e juntamos o frango,
Deixamos cozer em lume brando, durante cerca meia hora.
Antes de servir, juntamos uma grande quantidade de amor e paixão.
Servimos com arroz branco.
Jesus Lee recomenda as quantidades devem ficar ao critério e a gosto de cada um: "Se queres aprender, mete no tacho",
Um apelo à nossa criatividade.
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quarta-feira, 13 de março de 2013
Refogado de búzios à avô Leão
Nas minha arrumações, encontrei no meio de antiguidades de papel uma receita do meu avô. Búzios refogados. Contaram-me que em dias especiais, avô gostava fazer esta especialidade de cabo verdiana.
Recordo que numa das minhas viagens a Cabo Verde, ter provado esta iguaria numa das refeições.
Não sei se foi do refogado de búzios se foi da água de Santo Antão, sei é que fiquei bem reconfortado. Não vos vou dizer o que é a água de Santo Antão, deixo à vossa imaginação.
Necessitamos de:
1kg de búzios
1 Cebola picada
3 Dentes de alho
1 a 2 Folhas de louro (se forem frescas, ainda melhor)
1 Tomate grande, maduro picado
Salsa picada
Sal
Azeite
Grogue (se não tiverem, inventem, aguardente, vodka...)
Piripiri.
Amor
Paixão
Cozemos os búzios em água e sal (dada a dificuldade de termos água do mar, coisa que é banal em Cabo Verde), até que o molusculo fique mole. O búzio fica desagradavel quando rijo,
Deixamos arrefecer, e cortamos em pedaços pequenos. Como se fossemos fazer uma salada de búzios.
Numa frigideira, colocamos o azeite e refogamos a cebola com o alho.
Recordo que numa das minhas viagens a Cabo Verde, ter provado esta iguaria numa das refeições.
Não sei se foi do refogado de búzios se foi da água de Santo Antão, sei é que fiquei bem reconfortado. Não vos vou dizer o que é a água de Santo Antão, deixo à vossa imaginação.
Necessitamos de:
1kg de búzios
1 Cebola picada
3 Dentes de alho
1 a 2 Folhas de louro (se forem frescas, ainda melhor)
1 Tomate grande, maduro picado
Salsa picada
Sal
Azeite
Grogue (se não tiverem, inventem, aguardente, vodka...)
Piripiri.
Amor
Paixão
Cozemos os búzios em água e sal (dada a dificuldade de termos água do mar, coisa que é banal em Cabo Verde), até que o molusculo fique mole. O búzio fica desagradavel quando rijo,
Deixamos arrefecer, e cortamos em pedaços pequenos. Como se fossemos fazer uma salada de búzios.
Numa frigideira, colocamos o azeite e refogamos a cebola com o alho.
Búzios Refogados
Nas minha arrumações, encontrei no meio de antiguidades de papel uma receita do meu avô. Búzios refogados. Contaram-me que em dias especiais, avô gostava fazer esta especialidade de cabo verdiana.
Recordo que numa das minhas viagens a Cabo Verde, ter provado esta iguaria numa das refeições.
Não sei se foi do refogado de búzios se foi da água de Santo Antão, sei é que fiquei bem reconfortado. Não vos vou dizer o que é a água de Santo Antão, deixo à vossa imaginação.
Necessitamos de:
1kg de búzios
1 Cebola picada
3 Dentes de alho
1 a 2 Folhas de louro (se forem frescas, ainda melhor)
1 Tomate grande, maduro picado
Sala picada
Sal
Azeite
Grogue (se não tiverem, inventem, aguardente, vodka...)
Piripiri.
Amor
Paixão
Cozemos os búzios em água e sal (dada a dificuldade de termos água do mar, coisa que é banal em Cabo Verde), até que o molusculo fique mole. O búzio fica desagradavel quando rijo,
Deixamos arrefecer, e cortamos em pedaços pequenos. Como se fossemos fazer uma salada de búzios.
Numa frigideira, colocamos o azeite e refogamos a cebola com o alho.
Juntamos o tomate já picado e as folhas de louro.
Colocamos, este passo é importante, o lume muito baixo.
Adicionamos os búzios, já cortados, temperamos com sal, e acrescentamos o piripiri.
Assim que começar a refogar, regamos com o grogue,
Com muito cuidado, para não provocar nenhum acidente, pegamos fogo.
Deixamos arder até o álcool evaporar.
Para terminar, uma mão de paixão e amor.
Foi-me servido com uma cleps, mas a companhia de um vinho verde fica bem.
Recordo que numa das minhas viagens a Cabo Verde, ter provado esta iguaria numa das refeições.
Não sei se foi do refogado de búzios se foi da água de Santo Antão, sei é que fiquei bem reconfortado. Não vos vou dizer o que é a água de Santo Antão, deixo à vossa imaginação.
Necessitamos de:
1kg de búzios
1 Cebola picada
3 Dentes de alho
1 a 2 Folhas de louro (se forem frescas, ainda melhor)
1 Tomate grande, maduro picado
Sala picada
Sal
Azeite
Grogue (se não tiverem, inventem, aguardente, vodka...)
Piripiri.
Amor
Paixão
Cozemos os búzios em água e sal (dada a dificuldade de termos água do mar, coisa que é banal em Cabo Verde), até que o molusculo fique mole. O búzio fica desagradavel quando rijo,
Deixamos arrefecer, e cortamos em pedaços pequenos. Como se fossemos fazer uma salada de búzios.
Numa frigideira, colocamos o azeite e refogamos a cebola com o alho.
Juntamos o tomate já picado e as folhas de louro.
Colocamos, este passo é importante, o lume muito baixo.
Adicionamos os búzios, já cortados, temperamos com sal, e acrescentamos o piripiri.
Assim que começar a refogar, regamos com o grogue,
Com muito cuidado, para não provocar nenhum acidente, pegamos fogo.
Deixamos arder até o álcool evaporar.
Para terminar, uma mão de paixão e amor.
Foi-me servido com uma cleps, mas a companhia de um vinho verde fica bem.
segunda-feira, 11 de março de 2013
Refogado de camarão à Portuguesa
Mais uma receita de camarão que me deram e que ainda não fiz.
Pelos ingredientes parece-me apetitosa.
Quem sabe se um dia não convido quem me deu a receita para servir de cobaia.
Vamos lá lavar as mãoe e vamos cozinhar.
Vamos precisar de:
50g manteiga
2 cebolas picadas
1 copo de água
3 dentes de alho, picados
Salsa fresca picada
Açafrão
Açafrao dissolvido em àgua morna, mais ou menos durante 15 minutos
1 copo de vinho tinto
Sumo de limão
Sal marinho, não havendo pode ir mesmo sal grosso
Pimenta preta
Pimenta vermelha
800 g de camarão descascado:
Amor
Paixão
Num tacho, começamos por refogar a cebola na manteiga até alourar.
Baixamos um pouco o lume.
Adicionamos o alho a salsa e o açafrão.
Deixamos refogar mais 5 minutos.
Adicionamos a água e água de açafrão (o açafrão dissolvido na água).
Tampamos o tacho e deixamos cozinhar por mais 5 minutos.
À parte, misturamos o sumo do limão no vinho tinto.
Adicionamos a mistura ao nosso cozinhado, baixamos um pouco o lume e deixamos ferver até que o álcool evapore.
Reduzimos novamente o lume e deixamos cozinhar mais um pouco
Adicionamos o camarão,
A gosto temperamos com sal, pimenta preta, e pimenta vermelha esmagada.
Deixamos cozinhar até o camarão ter aquela cor laranja.
Antes de apagar o lume, acrescente amor e paixão.
Servir em pequenas tigelas com pão duro para ensopar
e ou pode com arroz.
Se experimentarem, digam-me.
Pelos ingredientes parece-me apetitosa.
Quem sabe se um dia não convido quem me deu a receita para servir de cobaia.
Vamos lá lavar as mãoe e vamos cozinhar.
Vamos precisar de:
50g manteiga
2 cebolas picadas
1 copo de água
3 dentes de alho, picados
Salsa fresca picada
Açafrão
Açafrao dissolvido em àgua morna, mais ou menos durante 15 minutos
1 copo de vinho tinto
Sumo de limão
Sal marinho, não havendo pode ir mesmo sal grosso
Pimenta preta
Pimenta vermelha
800 g de camarão descascado:
Amor
Paixão
Num tacho, começamos por refogar a cebola na manteiga até alourar.
Baixamos um pouco o lume.
Adicionamos o alho a salsa e o açafrão.
Deixamos refogar mais 5 minutos.
Adicionamos a água e água de açafrão (o açafrão dissolvido na água).
Tampamos o tacho e deixamos cozinhar por mais 5 minutos.
À parte, misturamos o sumo do limão no vinho tinto.
Adicionamos a mistura ao nosso cozinhado, baixamos um pouco o lume e deixamos ferver até que o álcool evapore.
Reduzimos novamente o lume e deixamos cozinhar mais um pouco
Adicionamos o camarão,
A gosto temperamos com sal, pimenta preta, e pimenta vermelha esmagada.
Deixamos cozinhar até o camarão ter aquela cor laranja.
Antes de apagar o lume, acrescente amor e paixão.
Servir em pequenas tigelas com pão duro para ensopar
e ou pode com arroz.
Se experimentarem, digam-me.
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sexta-feira, 8 de março de 2013
Sigá ao modo da mãe do Jan
De quando em vez, perguntava ao Jan, o Janilson meu amigão da Guiné-Bissau, mas nascido em Portugal, quando é que me convidava para ir almoçar a casa dele. Fazia-o na brincadeira. Convidava-me sempre que o via: Então Jan quando é que vou almoçar ou jantar a tua casa?
Respondia-me com o habitual sorriso simpático.
Um dia, antes de ter oportunidade de me convidar, diz-me:
- A minha mãe veio da terra, conta contigo para jantarmos.
Os olhos muito acessos: - vai fazer Sigá. Não te digo o que é, nem dou a receita.
E lá fui eu.
Mal tinha sido apresentado à Sra dona Maria, mãe do Jan, diz-me:
- Filho ajuda-me aqui, assim aprendes a fazer Sigá.
Bom, vamos aos ingredientes, que estou com apetite:
400 g de quiabos (canje)
1dl de óleo de palma (cíti)
1kg de camarão descascado
Sal
1 cebola picada
200 g de jagatu (soube que era uma espécie de tomate, mas mais amargo que o nosso. Fizemos com tomate normal)
piripiri (a gosto)
Amor
Paixão
Num tacho cozemos os camarões descascados num pouco de água, já com a cebola picada, sal e o piripiri.
Juntamos os quiabos (canje)
Adicionamos tomates cortados às rodelas (jagatus)
Acrescentamos o óle de palma (cíti)
E pomos mais um pouco de água.
Tapamos o tacho e deixamos cozinhar.
No momento de servir acrescentamos Amor e Paixão.
Foi servido com arroz branco.
Gostei tanto, que continuo a fazer-me de convidado.
Respondia-me com o habitual sorriso simpático.
Um dia, antes de ter oportunidade de me convidar, diz-me:
- A minha mãe veio da terra, conta contigo para jantarmos.
Os olhos muito acessos: - vai fazer Sigá. Não te digo o que é, nem dou a receita.
E lá fui eu.
Mal tinha sido apresentado à Sra dona Maria, mãe do Jan, diz-me:
- Filho ajuda-me aqui, assim aprendes a fazer Sigá.
Bom, vamos aos ingredientes, que estou com apetite:
400 g de quiabos (canje)
1dl de óleo de palma (cíti)
1kg de camarão descascado
Sal
1 cebola picada
200 g de jagatu (soube que era uma espécie de tomate, mas mais amargo que o nosso. Fizemos com tomate normal)
piripiri (a gosto)
Amor
Paixão
Num tacho cozemos os camarões descascados num pouco de água, já com a cebola picada, sal e o piripiri.
Juntamos os quiabos (canje)
Adicionamos tomates cortados às rodelas (jagatus)
Acrescentamos o óle de palma (cíti)
E pomos mais um pouco de água.
Tapamos o tacho e deixamos cozinhar.
No momento de servir acrescentamos Amor e Paixão.
Foi servido com arroz branco.
Gostei tanto, que continuo a fazer-me de convidado.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Molho de Melancia para Massa
Recordo-me de ter visto este molho ser feito num programa de televisão, mas não consegui ficar com a receita. Lembro-me de os espectadores que provaram dizerem que não notavam diferença, que aliás era mais saboroso. Há uns dias consegui obter esta tão curiosa receita.
Vamos necessitar de,
Amor
Paixão
1 colher de sopa de azeite
1 cebola picada finamente
2 dentes de alho esmagados
4 chávenas de melancia picada
Salsa picada
Manjericão picado
Sal, uma pitada
Preparação:
refogamos a cebola e o alho no azeite.
Juntamos a melancia.
Deixamos apurar.
Acrescentamos a salsa, o manjericão.
Verificar o sal.
Adicionamos o amor e a paixão.
Servimos sobre a massa.
O resultado é surpreendente...
Vamos necessitar de,
Amor
Paixão
1 colher de sopa de azeite
1 cebola picada finamente
2 dentes de alho esmagados
4 chávenas de melancia picada
Salsa picada
Manjericão picado
Sal, uma pitada
Preparação:
refogamos a cebola e o alho no azeite.
Juntamos a melancia.
Deixamos apurar.
Acrescentamos a salsa, o manjericão.
Verificar o sal.
Adicionamos o amor e a paixão.
Servimos sobre a massa.
O resultado é surpreendente...
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Camarão com quiabos
Mais receita africana, Angola, de camarão.
Nesta delícia, gosto do jogo de sabores e aromas, da mistura dos quiabos com o camarão e da simplecidade de a confeccionar. Muito surpreendente o resultado.
Necessitamos de:
1 Kg de camarão, eu costumo arranja-los. Tiro a casca, a tripa, mas deixo a cabeça
20 quiabos cortados às rodelas
4 tomates
1 cebola
2 dentes de alho
óleo de palma
Gindungo (piripiri)
Sal
Amor
Paixão
Numa frigideira, colocamos o óleo de palma.
Refogamos a cebola, o alho e acrescentamos o tomate.
Juntamos ao refogado os quiabos previamente cortados às rodelas, os camarões já arranjados e o gindungo.
Deixamos apurar em lume brando.
No momento de servir, acrescentar amor e paixão.
Nesta delícia, gosto do jogo de sabores e aromas, da mistura dos quiabos com o camarão e da simplecidade de a confeccionar. Muito surpreendente o resultado.
Necessitamos de:
1 Kg de camarão, eu costumo arranja-los. Tiro a casca, a tripa, mas deixo a cabeça
20 quiabos cortados às rodelas
4 tomates
1 cebola
2 dentes de alho
óleo de palma
Gindungo (piripiri)
Sal
Amor
Paixão
Numa frigideira, colocamos o óleo de palma.
Refogamos a cebola, o alho e acrescentamos o tomate.
Juntamos ao refogado os quiabos previamente cortados às rodelas, os camarões já arranjados e o gindungo.
Deixamos apurar em lume brando.
No momento de servir, acrescentar amor e paixão.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Djagacida da minha tia Berta
Aquele mar prata, o sol dourado, a morabeza do povo, a djagacida, que sodade.
Mais uma receita que consegui recuperar, da minha Tia Berta, com muita dificuldade, o que me obrigou a algum trabalho de pesquisa extra.
Precisamos de:
Mais uma receita que consegui recuperar, da minha Tia Berta, com muita dificuldade, o que me obrigou a algum trabalho de pesquisa extra.
Esta receita faz parte da tradição de Cabo Verde. Só quem sabe da sua existência é que pergunta. Não tenho conhecimento que nos roteiros turísticos, chamem a atenção para esta delícia.
Podem dizer que não passa de uma feijoada misturada com arroz, mas não, é mais que isso. É jdagacida.
Podem dizer que não passa de uma feijoada misturada com arroz, mas não, é mais que isso. É jdagacida.
Aqui fica a sugestão para fazerem em casa.
Mas que sodade.
Precisamos de:
Muita mas muita morabeza
Paixão
Amor
1 Cebola média
3 chávenas de arroz
200g de feijão
200g Abóbora
300g de couve lavada e cortado em pedaços
200g Abóbora
300g de couve lavada e cortado em pedaços
250g de carnes salgadas cortada em pedaços
Arroz
Arroz
Água
Sal q.b.
Pimenta q.b
Piripiri
Colorau
Salsa
2 Folhas de Louro
Azeite mais ou menos 2 colheres de sopa
Preparação:
Se tiverem um ta tacho de barro, usem-no, caso contrário uma panela serve.
- Refogamos a cebola cortada em quartos em azeite.
- Juntamos o louro, o piripiri e cerca de 5 copos de água.
- Tapamos a panela a panela e deixamos ferver.
- Adicionamos 2 tigelas de arroz, sal e pimenta,
a abóbora descascada e cortada em cubos,
o feijão previamente demolhado ou em lata, a couve.
Cozer em lume brando até que os legumes estejam cozidos.
Se necessário, juntamos mais água.
Não esquecer de efectuar todo o cozinhado com muita morabeza, e no final acrescentar muito amor e paixão.
Se tiverem um ta tacho de barro, usem-no, caso contrário uma panela serve.
- Refogamos a cebola cortada em quartos em azeite.
- Juntamos o louro, o piripiri e cerca de 5 copos de água.
- Tapamos a panela a panela e deixamos ferver.
- Adicionamos 2 tigelas de arroz, sal e pimenta,
a abóbora descascada e cortada em cubos,
o feijão previamente demolhado ou em lata, a couve.
Cozer em lume brando até que os legumes estejam cozidos.
Se necessário, juntamos mais água.
Não esquecer de efectuar todo o cozinhado com muita morabeza, e no final acrescentar muito amor e paixão.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Gambas à Braz, feitas por mim
Provei pela primeira vez, ao almoço de um dia em que nada corria bem.
Ao almoço perguntei ao empregado do restaurante, qual a sua sugestão. Sugeriu-me as "Gambas à Braz".
A tarde correu maravilhosamente bem.
O almoço, as famosas gambas à Braz?
Tive que as fazer em casa.
Comprei um caixa de camarão, gambas já cozidas, descascadas e sem cabeça, no hipermercado. Cada caixa tem cerca de 500g. Tinham-me falado muito bem de uma determinada marca, escolhia-a e foi uma excelente escolha. Servem para as mais diferentes opções.
Utilizei:
1 caixa de gambas já cozidas 500g.
1 pacote de batata palha, grande.
3 Cebolas.
2 dentes de alho.
Ovos.
Azeite.
Salsa picada.
Azeitonas pretas.
Piripiri, não é obrigatório mas acho que faz falta nesta receita. Utilizo 2 malaguetas picadas.
Amor e paixão.
Picamos o alho e cortamos as cebolas em meias luas finas.
Numa frigideira, refogamos as cebolas e os alhos, é nesta altura do refogado que costumo acrescentar o piripiri.
Quando as cebolas começarem a ficar translúcidas, adicionamos as gambas aos poucos. Carinhosamente envolvemos e deixamos cozinhar.
À parte, batemos os ovos e juntamos.
Deixamos cozinhar de maneira que as nossas gambas à Braz sejam servidas um pouco húmidas, eu gosto assim.
Polvilhamos com a salsa e acrescentamos as azeitonas.
No momento de servir deite amor e paixão.
Acompanhei com um Rosé bem fresco.
Ao almoço perguntei ao empregado do restaurante, qual a sua sugestão. Sugeriu-me as "Gambas à Braz".
A tarde correu maravilhosamente bem.
O almoço, as famosas gambas à Braz?
Tive que as fazer em casa.
Comprei um caixa de camarão, gambas já cozidas, descascadas e sem cabeça, no hipermercado. Cada caixa tem cerca de 500g. Tinham-me falado muito bem de uma determinada marca, escolhia-a e foi uma excelente escolha. Servem para as mais diferentes opções.
Utilizei:
1 caixa de gambas já cozidas 500g.
1 pacote de batata palha, grande.
3 Cebolas.
2 dentes de alho.
Ovos.
Azeite.
Salsa picada.
Azeitonas pretas.
Piripiri, não é obrigatório mas acho que faz falta nesta receita. Utilizo 2 malaguetas picadas.
Amor e paixão.
Picamos o alho e cortamos as cebolas em meias luas finas.
Numa frigideira, refogamos as cebolas e os alhos, é nesta altura do refogado que costumo acrescentar o piripiri.
Quando as cebolas começarem a ficar translúcidas, adicionamos as gambas aos poucos. Carinhosamente envolvemos e deixamos cozinhar.
À parte, batemos os ovos e juntamos.
Deixamos cozinhar de maneira que as nossas gambas à Braz sejam servidas um pouco húmidas, eu gosto assim.
Polvilhamos com a salsa e acrescentamos as azeitonas.
No momento de servir deite amor e paixão.
Acompanhei com um Rosé bem fresco.
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sexta-feira, 25 de março de 2011
Bacalhau à Braz ao meu modo
É um dos pratos que mais me delicia. Já o tenho provado em diversos locais, e não é fácil encontra-lo bem confeccionado. Confesso que é um dos meus pratos predilectos.
Precisamos de, obviamente bacalhau.
Costumo comprar embalagens de bacalhau congelado, já desfiado e demolhado
Nada impede que se demolhe uma ou duas postas de bacalhau, e se desfie.
Peço atenção às espinhas.
A maneira que indico é como costumo confeccionar.
Necessitamos de:
0,5Kg de bacalhau (demolhado e desfiado)
1 pacote de batata palha (grande, ficam algumas para por na mesa, numa tigela, para os mais pequenos e não só petiscarem, todos adoram)
3 Cebolas
2 dentes de alho
Ovos
Azeite
Salsa picada
Azeitonas pretas
Piripiri, não é obrigatório, utilizo 2 malaguetas picadas.
Amor e paixão.
Como já estamos a utilizar bacalhau previamente preparado, sugiro que se passe por água, por vezes o bacalhau vem um pouco salgado.
Desfiamos mais um pouco o bacalhau, e prestamos atenção se há espinhas.
Picamos o alho e cortamos as cebolas em meias luas finas.
Numa frigideira, refogamos as cebolas e os alhos, é nesta altura do refogado que costumo acrescentar o piripiri.
Quando estas começarem a ficar translúcidas, adicionamos o bacalhau e envolvemos tudo, deixamos cozinhar.
À parte, batemos os ovos e juntamos ao nosso bacalhau.
Deixamos cozinhar de maneira que o bacalhau à Braz seja servido um pouco húmido.
Polvilhamos com a salsa e acrescentamos as azeitonas.
Servir imediatamente.
Precisamos de, obviamente bacalhau.
Costumo comprar embalagens de bacalhau congelado, já desfiado e demolhado
Nada impede que se demolhe uma ou duas postas de bacalhau, e se desfie.
Peço atenção às espinhas.
A maneira que indico é como costumo confeccionar.
Necessitamos de:
0,5Kg de bacalhau (demolhado e desfiado)
1 pacote de batata palha (grande, ficam algumas para por na mesa, numa tigela, para os mais pequenos e não só petiscarem, todos adoram)
3 Cebolas
2 dentes de alho
Ovos
Azeite
Salsa picada
Azeitonas pretas
Piripiri, não é obrigatório, utilizo 2 malaguetas picadas.
Amor e paixão.
Como já estamos a utilizar bacalhau previamente preparado, sugiro que se passe por água, por vezes o bacalhau vem um pouco salgado.
Desfiamos mais um pouco o bacalhau, e prestamos atenção se há espinhas.
Picamos o alho e cortamos as cebolas em meias luas finas.
Numa frigideira, refogamos as cebolas e os alhos, é nesta altura do refogado que costumo acrescentar o piripiri.
Quando estas começarem a ficar translúcidas, adicionamos o bacalhau e envolvemos tudo, deixamos cozinhar.
À parte, batemos os ovos e juntamos ao nosso bacalhau.
Deixamos cozinhar de maneira que o bacalhau à Braz seja servido um pouco húmido.
Polvilhamos com a salsa e acrescentamos as azeitonas.
Servir imediatamente.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Sopa de Cebola Gratinada, como a minha mãe faz
Esta sopa é um conforto para o corpo e para a alma, nos dias frios de Inverno. Acho-a deliciosa.
Quando a minha mãe a fazia para o almoço, confesso que me deliciava com a sopa.
A receita foi retirada de um livro de culinária da Editorial Verbo. Já lá vão alguns anos.
500g de Cebolas
Manteiga
1,5 litro de água
2dl de vinho branco
1 pão cacete ou outro
Queijo (ememtal, gruyère)
Sal
Pimenta
Muita paixão
Cortamos as cebolas em rodelas finas, que são alouradas na manteiga em lume brando.
Regamos com a água e o vinho e, temperamos com sal e pimenta.
Deixamos ferver cerca de 1h
À parte cortamos o pão em fatias que torramos ligeiramente.
Colocamos o pão numa terrina.
Ralamos o queijo e espalhamos uma parte por cima do pão, até o cobrir.
Regamos como caldo de cebola, e acrescentamos o resto do queijo.
Vai ao forno bem quente 230º, para gratinar.
Servir quente...
Só de escrever esta receita, já estou com saudades, uma delícia.
Quando a minha mãe a fazia para o almoço, confesso que me deliciava com a sopa.
A receita foi retirada de um livro de culinária da Editorial Verbo. Já lá vão alguns anos.
500g de Cebolas
Manteiga
1,5 litro de água
2dl de vinho branco
1 pão cacete ou outro
Queijo (ememtal, gruyère)
Sal
Pimenta
Muita paixão
Cortamos as cebolas em rodelas finas, que são alouradas na manteiga em lume brando.
Regamos com a água e o vinho e, temperamos com sal e pimenta.
Deixamos ferver cerca de 1h
À parte cortamos o pão em fatias que torramos ligeiramente.
Colocamos o pão numa terrina.
Ralamos o queijo e espalhamos uma parte por cima do pão, até o cobrir.
Regamos como caldo de cebola, e acrescentamos o resto do queijo.
Vai ao forno bem quente 230º, para gratinar.
Servir quente...
Só de escrever esta receita, já estou com saudades, uma delícia.
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