Mostrar mensagens com a etiqueta cebola. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cebola. Mostrar todas as mensagens

domingo, 13 de março de 2016

Alheira à Brás

Num festival de comida de rua, perguntaram-me se queria provar "Alheira à Brás".
Adorei.

Utilizei:
3 Alheiras.
1 pacote de batata palha, grande.
3 Cebolas.
2 dentes de alho.
1 folha de louro.
Ovos.
Azeite.
Salsa picada.
Azeitonas pretas.
Piripiri, não é obrigatório mas acho que faz falta nesta receita.
Amor e paixão.

Pico o alho e as cebolas.
Retiro a pele às alheiras e corto-as aos pedaços
Numa frigideira, refogo a cebola e os alhos, é nesta altura do que costumo acrescentar o piripiri e a folha de louro, e algumas azeitonas.

Quando as cebolas começarem a ficar translúcidas, adiciono os pedaços de alheira. Carinhosamente envolvemos e deixamos cozinhar.
Acrescento a batata palha, e envolvo com a alheira.
À parte, batemos os ovos e juntamos.
Nesta altura, costumo desligar o fogão.
Com o calor da frigideira, misturo os vários ingredientes.
Deixamos cozinhar de maneira que esta iguaria "à Brás" seja servida um pouco húmida.
Polvilhamos com a salsa e acrescentamos as azeitonas.
No momento de servir deite amor e paixão.

Sugiro para acompanhar um tinto da região de Setúbal.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Moelas para picar

Moelas, é daqueles pratos que todos seabem cozinhar, só que não acreditam nisso.
Existem várias receitas de moelas, podemos e devemos dar oportunidade à nossa imaginação e criatividade.
Se não nos sentirmos muito motivados para inventar uma receita, deixo-vos com umas das muitas combinações de ingredientes.

Precisamos de:
1Kg de moelas
1 Cebola picada
2 Dentes de alho picado
1 chouriço de carne
Folhas de louro (se forem frescas, melhor)
100g margarina, gosto de usar manteiga
Sal
Piripiri
1 Cálice de vinho branco
1 Cálice de whisky, facultativo
Água
Amor
Paixão

Iniciamos por limpar muito bem as moelas, removendo as peles e gorduras.
Lavar muito bem.
Enquanto as moelas escorrem, aproveitamos para picar a cebola o alho e as folhas de louro.
Cortamos as moelas em pedaços.
Cortamos o chouriço em cubos.
Num tacho, refogamos na menteiga a cebola, e o alho.
Quando a cebola alourar, adicionamos o chouriço.
Juntamos o vinho branco.
Deixamos a refogar mais um pouco.
Juntamos as moelas.
Temperamos com sal.
Acrescentamos o piripiri, a gosto.
Deixamos cozinhar um pouco mais.
Acrescentamos água, como as moelas são rijas, necessitam cozinhar bem para ficarem tenras.
Tapamos o tacho e deixamos cozinhar durante cerca 40 minutos.
Antes de servir, acrescentar amor e paixão

sábado, 30 de março de 2013

Camarões em molho de hortelã e coentros

As minhas brincadeita culinárias, levaram-me a outras brincadeiras. Na minha varanda, criei uma horta de aromas. Levou tempo. E tempo, e tempo... Vai que um dia, quando ia regar a terra, noto que existem pequenos pontinhos verdes a aparecer no meio da terra. Ah, finalmente decidiram aparecer.
Bom, mas o que é que isto tem a haver com esta receita? Até tem. Dei por mim com imensa hortelã.
Comecei logo a magicar se não haveria nenhuma receita de camarão com hortelã. Perguntei, procurei, e eis que encontrei uma, bem ao meu lado, ou quase, no blog "Intrusa na Cozinha". Alterei um pouco com o meu toque.

Necessitamos de:
1 kg de camarões
Cebolas
50g de margarina, eu opto pela manteiga, acho que dá outro paladar,
Coentros picados
Folhas de hortelã picada
1 colher de whisky
Sal
Piripiri, sim, já sabem, sou adepto do picante.
Amor
Paixão

Passemos à preparação:

Começamos por arranjar os camarões.
Depois de descongelados, descascamo-los. A casca sai facilmete. Decidi deixar a cabeça, pois acho que dá outro paladar.

Cortamos as cebolas às rodelas.
Refogamos a cebola na margarina/manteiga.
Assim que alourar, juntamos os camarões.
Deixamos cozinhar durante uns 20 segundo.
Temperamos com um pouco de sal.
Regamos com o whisky.
Adicionamos os coentros e a hortelã.
Acrescentamos o piri-piri, o amor e a paixão.
Deixamos cozinhar até ficarem com aquela cor encantadora.

Surpreendente o resultado.

sábado, 23 de março de 2013

Cafriel de frango por Jesus Lee

Simples e muito delicioso.
Adorei a frase: "Se queres aprender, mete no tacho".
Foi o que fiz.

Li esta receita de Jesus Lee, na revista Visão nº 1043 de 28 de fevereiro a 6 de março de 2013.
Deixo aqui o link: http://visao.sapo.pt/cafriel-de-frango=f717858

Alterei a receita adicionando dois ingredientes que todos nós temos  em casa, Amor e Paixão.
Sim, ã receita não menciona as quantidades, daí que para aprendermos, só temos que meter no tacho e esperar o resultado. Se correu, bem, da próxima corre melhor. Sigam o conselho, meter no tacho e aprender.

Necessitamos de:
Frango do campo
Cebola
Sumo de tamarino
Coentros frescos
Açafrão da Índia
Gengibre
Malaguetas verdes
Canela
Alho
Azeite
Sumo de limão
Cravinho
Sal

Picamos os coentros, o alho, as malaguetas e o cravinho
Juntamos o açafrão, o gengibre e a canela, o sal.
No final juntamos o sumo do tamarino e limão a gosto.
Cortamos o frango em pedaços, e juntamos ao preparado onde deixamos marinar durante 3 horas.
Fazemos um refogado de cebola, com pouca gordura, e juntamos o frango,
Deixamos cozer em lume brando, durante cerca meia hora.
Antes de servir, juntamos uma grande quantidade de amor e paixão.
Servimos com arroz branco.

Jesus Lee recomenda as quantidades devem ficar ao critério e a gosto de cada um: "Se queres aprender, mete no tacho",
Um apelo à nossa criatividade.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Refogado de búzios à avô Leão

Nas minha arrumações, encontrei no meio de antiguidades de papel uma receita do meu avô. Búzios refogados. Contaram-me que em dias especiais, avô gostava fazer esta especialidade de cabo verdiana.
Recordo que numa das minhas viagens a Cabo Verde, ter provado esta iguaria numa das refeições.
Não sei se foi do refogado de búzios se foi da água de Santo Antão, sei é que fiquei bem reconfortado. Não vos vou dizer o que é a água de Santo Antão, deixo à vossa imaginação.

Necessitamos de:
1kg de búzios
1 Cebola picada
3 Dentes de alho
1 a 2 Folhas de louro (se forem frescas, ainda melhor)
1 Tomate grande, maduro picado
Salsa picada
Sal
Azeite
Grogue (se não tiverem, inventem, aguardente, vodka...)
Piripiri.
Amor
Paixão

Cozemos os búzios em água e sal (dada a dificuldade de termos água do mar, coisa que é banal em Cabo Verde), até que o molusculo fique mole. O búzio fica desagradavel quando rijo,
Deixamos arrefecer, e cortamos em pedaços pequenos. Como se fossemos fazer uma salada de búzios.
Numa frigideira, colocamos o azeite e refogamos a cebola com o alho.


Búzios Refogados

Nas minha arrumações, encontrei no meio de antiguidades de papel uma receita do meu avô. Búzios refogados. Contaram-me que em dias especiais, avô gostava fazer esta especialidade de cabo verdiana.
Recordo que numa das minhas viagens a Cabo Verde, ter provado esta iguaria numa das refeições.
Não sei se foi do refogado de búzios se foi da água de Santo Antão, sei é que fiquei bem reconfortado. Não vos vou dizer o que é a água de Santo Antão, deixo à vossa imaginação.

Necessitamos de:
1kg de búzios
1 Cebola picada
3 Dentes de alho
1 a 2 Folhas de louro (se forem frescas, ainda melhor)
1 Tomate grande, maduro picado
Sala picada
Sal
Azeite
Grogue (se não tiverem, inventem, aguardente, vodka...)
Piripiri.
Amor
Paixão

Cozemos os búzios em água e sal (dada a dificuldade de termos água do mar, coisa que é banal em Cabo Verde), até que o molusculo fique mole. O búzio fica desagradavel quando rijo,
Deixamos arrefecer, e cortamos em pedaços pequenos. Como se fossemos fazer uma salada de búzios.
Numa frigideira, colocamos o azeite e refogamos a cebola com o alho.
Juntamos o tomate já picado e as folhas de louro.
Colocamos, este passo é importante, o lume muito baixo.
Adicionamos os búzios, já cortados, temperamos com sal, e acrescentamos o piripiri.
Assim que começar a refogar, regamos com o grogue,
Com muito cuidado, para não provocar nenhum acidente, pegamos fogo.
Deixamos arder até o álcool evaporar.
Para terminar, uma mão de paixão e amor.

Foi-me servido com uma cleps, mas a companhia de um vinho verde fica bem.


segunda-feira, 11 de março de 2013

Refogado de camarão à Portuguesa

Mais uma receita de camarão que me deram e que ainda não fiz.
Pelos ingredientes parece-me apetitosa.
Quem sabe se um dia não convido quem me deu a receita para servir de cobaia.
Vamos lá lavar as mãoe e vamos cozinhar.

Vamos precisar de:

50g manteiga
2 cebolas picadas
1 copo de água
3 dentes de alho, picados
Salsa fresca picada
Açafrão
Açafrao dissolvido em àgua morna, mais ou menos durante 15 minutos
1 copo de vinho tinto
Sumo de limão
Sal marinho, não havendo pode ir mesmo sal grosso
Pimenta preta
Pimenta vermelha
800 g de camarão descascado:
Amor
Paixão

Num tacho, começamos por refogar a cebola na manteiga até alourar.
Baixamos um pouco o lume.
Adicionamos o alho a salsa e o açafrão.
Deixamos refogar mais 5 minutos.
Adicionamos a água e água de açafrão (o açafrão dissolvido na água).
Tampamos o tacho e  deixamos cozinhar por mais 5 minutos.

À parte, misturamos o sumo do limão no vinho tinto.
Adicionamos a mistura ao nosso cozinhado, baixamos um pouco o lume e deixamos ferver até que o álcool evapore.
Reduzimos novamente o lume e deixamos cozinhar mais um pouco
Adicionamos o camarão,
A gosto temperamos com sal, pimenta preta, e pimenta vermelha esmagada.
Deixamos cozinhar até o camarão ter aquela cor laranja.
Antes de apagar o lume, acrescente amor e paixão.
Servir em pequenas tigelas com pão duro para ensopar
e ou pode com arroz.

Se experimentarem, digam-me.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Sigá ao modo da mãe do Jan

De quando em vez, perguntava ao Jan, o Janilson meu amigão da Guiné-Bissau, mas nascido em Portugal, quando é que me convidava para ir almoçar a casa dele. Fazia-o na brincadeira. Convidava-me sempre que o via: Então Jan quando é que vou almoçar ou jantar a tua casa?
Respondia-me com o habitual sorriso simpático.
Um dia, antes de ter oportunidade de me convidar, diz-me:
- A minha mãe veio da terra, conta contigo para jantarmos.
Os olhos muito acessos: - vai fazer Sigá. Não te digo o que é, nem dou a receita.
E lá fui eu.
Mal tinha sido apresentado à Sra dona Maria, mãe do Jan, diz-me:
- Filho ajuda-me aqui, assim aprendes a fazer Sigá.

Bom, vamos aos ingredientes, que estou com apetite:

400 g de quiabos (canje)
1dl de óleo de palma (cíti)
1kg de camarão descascado
Sal
1 cebola picada
200 g de jagatu (soube que era uma espécie de tomate, mas mais amargo que o nosso. Fizemos com tomate normal)
piripiri (a gosto)
Amor
Paixão

Num tacho cozemos os camarões descascados num pouco de água, já com a cebola picada, sal e o piripiri.
Juntamos os quiabos (canje)
Adicionamos tomates cortados às rodelas (jagatus)
Acrescentamos o óle de palma (cíti)
E pomos mais um pouco de água.
Tapamos o tacho e deixamos cozinhar.
No momento de servir acrescentamos Amor e Paixão.
Foi servido com arroz branco.

Gostei tanto, que continuo a fazer-me de convidado.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Molho de Melancia para Massa

Recordo-me de ter visto este molho ser feito num programa de televisão, mas não consegui ficar com a receita. Lembro-me de os espectadores que provaram dizerem que não notavam diferença, que aliás era mais saboroso. Há uns dias consegui obter esta tão curiosa receita.

Vamos necessitar de,
Amor
Paixão
1 colher de sopa de azeite
1 cebola picada finamente
2 dentes de alho esmagados
4 chávenas de melancia picada
Salsa picada
Manjericão picado
Sal, uma pitada

Preparação:
refogamos a cebola e o alho no azeite.
Juntamos a melancia.
Deixamos apurar.
Acrescentamos a salsa, o manjericão.
Verificar o sal.
Adicionamos o amor e a paixão.

Servimos sobre a massa.
O resultado é surpreendente...

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Camarão com quiabos

Mais receita africana, Angola, de camarão.
Nesta delícia, gosto do jogo de sabores e aromas, da mistura dos quiabos com o camarão e da simplecidade de a confeccionar. Muito surpreendente o resultado.
Necessitamos de:

1 Kg de camarão, eu costumo arranja-los. Tiro a casca, a tripa, mas deixo a cabeça
20 quiabos cortados às rodelas
4 tomates
1 cebola
2 dentes de alho
óleo de palma
Gindungo (piripiri)
Sal
Amor
Paixão

Numa frigideira, colocamos o óleo de palma.
Refogamos a cebola, o alho e acrescentamos o tomate.
Juntamos ao refogado os quiabos previamente cortados às rodelas, os camarões já arranjados e o gindungo.
Deixamos apurar em lume brando.
No momento de servir, acrescentar amor e paixão.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Djagacida da minha tia Berta

Aquele mar prata, o sol dourado, a morabeza do povo, a djagacida, que sodade.
Mais uma receita que consegui recuperar, da minha Tia Berta, com muita dificuldade, o que me obrigou a algum trabalho de pesquisa extra.
Esta receita faz parte da tradição de Cabo Verde. Só quem sabe da sua existência é que pergunta. Não tenho conhecimento que nos roteiros turísticos, chamem a atenção para esta delícia.
Podem dizer que não passa de uma feijoada misturada com arroz, mas não, é mais que isso. É jdagacida.
Aqui fica a sugestão para fazerem em casa. 
Mas que sodade.

Precisamos de:
Muita mas muita morabeza
Paixão
Amor
1 Cebola média
3 chávenas de arroz
200g de feijão
200g Abóbora
300g de couve lavada e cortado em pedaços
250g de carnes salgadas cortada em pedaços
Arroz
Água
Sal q.b.
Pimenta q.b
Piripiri
Colorau
Salsa
2 Folhas de Louro
Azeite mais ou menos 2 colheres de sopa

Preparação:
Se tiverem um ta tacho de barro, usem-no, caso contrário uma panela serve.
- Refogamos a cebola cortada em quartos em azeite.
- Juntamos o louro, o piripiri e cerca de 5 copos de água.
 - Tapamos a panela a panela e deixamos ferver.
- Adicionamos 2 tigelas de arroz, sal e pimenta,
a abóbora descascada e cortada em cubos,
o feijão previamente demolhado ou em lata, a couve.
Cozer em lume brando até que os legumes estejam cozidos.
Se necessário, juntamos mais água.
Não esquecer de efectuar todo o cozinhado com muita morabeza, e no final acrescentar muito amor e paixão.


quinta-feira, 7 de abril de 2011

Gambas à Braz, feitas por mim

Provei pela primeira vez, ao almoço de um dia em que nada corria bem.
Ao almoço perguntei ao empregado do restaurante, qual a sua sugestão. Sugeriu-me as "Gambas à Braz".
A tarde correu maravilhosamente bem.
O almoço, as famosas gambas à Braz?
Tive que as fazer em casa.

Comprei um caixa de camarão, gambas já cozidas, descascadas e sem cabeça, no hipermercado. Cada caixa tem cerca de 500g. Tinham-me falado muito bem de uma determinada marca, escolhia-a e foi uma excelente escolha. Servem para as mais diferentes opções.

Utilizei:
1 caixa de gambas já cozidas 500g.
1 pacote de batata palha, grande.
3 Cebolas.
2 dentes de alho.
Ovos.
Azeite.
Salsa picada.
Azeitonas pretas.
Piripiri, não é obrigatório mas acho que faz falta nesta receita. Utilizo 2 malaguetas picadas.
Amor e paixão.

Picamos o alho e cortamos as cebolas em meias luas finas.
Numa frigideira, refogamos as cebolas e os alhos, é nesta altura do refogado que costumo acrescentar o piripiri.
Quando as cebolas começarem a ficar translúcidas, adicionamos as gambas aos poucos. Carinhosamente envolvemos e deixamos cozinhar.
À parte, batemos os ovos e juntamos.
Deixamos cozinhar de maneira que as nossas gambas à Braz sejam servidas um pouco húmidas, eu gosto assim.
Polvilhamos com a salsa e acrescentamos as azeitonas.
No momento de servir deite amor e paixão.

Acompanhei com um Rosé bem fresco.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Bacalhau à Braz ao meu modo

É um dos pratos que mais me delicia. Já o tenho provado em diversos locais, e não é fácil encontra-lo bem confeccionado. Confesso que é um dos meus pratos predilectos.

Precisamos de, obviamente bacalhau.
Costumo comprar embalagens de bacalhau congelado, já desfiado e demolhado
Nada impede que se demolhe uma ou duas postas de bacalhau, e se desfie.
Peço atenção às espinhas.
A maneira que indico é como costumo confeccionar.

Necessitamos de:
0,5Kg de bacalhau (demolhado e desfiado)
1 pacote de batata palha (grande, ficam algumas para por na mesa, numa tigela, para os mais pequenos e não só petiscarem, todos adoram)
3 Cebolas
2 dentes de alho
Ovos
Azeite
Salsa picada
Azeitonas pretas
Piripiri, não é obrigatório, utilizo 2 malaguetas picadas.
Amor e paixão.


Como já estamos a utilizar bacalhau previamente preparado, sugiro que se passe por água, por vezes o bacalhau vem um pouco salgado.
Desfiamos mais um pouco o bacalhau, e prestamos atenção se há espinhas.
Picamos o alho e cortamos as cebolas em meias luas finas.
Numa frigideira, refogamos as cebolas e os alhos, é nesta altura do refogado que costumo acrescentar o piripiri.
Quando estas começarem a ficar translúcidas, adicionamos o bacalhau e envolvemos tudo, deixamos cozinhar.
À parte, batemos os ovos e juntamos ao nosso bacalhau.
Deixamos cozinhar de maneira que o bacalhau à Braz seja servido um pouco húmido.
Polvilhamos com a salsa e acrescentamos as azeitonas.
Servir imediatamente.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Sopa de Cebola Gratinada, como a minha mãe faz

Esta sopa é um conforto para o corpo e para a alma, nos dias frios de Inverno. Acho-a deliciosa.
Quando a minha mãe a fazia para o almoço, confesso que me deliciava com a sopa.
A receita foi retirada de um livro de culinária da Editorial Verbo. Já lá vão alguns anos.

500g de Cebolas
Manteiga
1,5 litro de água
2dl de vinho branco
1 pão cacete ou outro
Queijo (ememtal, gruyère)
Sal
Pimenta
Muita paixão


Cortamos as cebolas em rodelas finas, que são alouradas na manteiga em lume brando.
Regamos com a água e o vinho e, temperamos com sal e pimenta.
Deixamos ferver cerca de 1h
À parte cortamos o pão em fatias que torramos ligeiramente.
Colocamos o pão numa terrina.
Ralamos o queijo e espalhamos uma parte por cima do pão, até o cobrir.
Regamos como caldo de cebola, e acrescentamos o resto do queijo.
Vai ao forno bem quente 230º, para gratinar.

Servir quente...
Só de escrever esta receita, já estou com saudades, uma delícia.