Passava eu as minhas férias da Páscoa para os lados do Alto Alentejo, Castelo de Vide, quando me disseram que para o almoço ia ter uma especialidade da terra: Sopa Gata, sopinha, de bacalhau.
Como quase todos os miúdos, não era um grande apreciador de bacalhau, de facto até nem entendia como os crescidos conseguiam comer bacalhau com um ar tão deliciados. É certo que os gostos mudam com a idade, a maturidade.
Ter que comer sopa, já não era muito bom, mas sopa de bacalhau... O que os crescidos inventam. Ia ser um almoço de fome.
Ainda hoje, estou para perceber como esta sopa me surpreendeu e ajudou a despertar o meu palato para o bacalhau. Claro que, demorou ainda algum tempo até este ganhar a minha confiança.
Necessitamos de:
400g de bacalhau
1 pão cortado às fatias (Alentejano)
2 dentes de alho
3 colheres de sopa de azeite
1 colher de sopa de vinagre
1 colher de sobremesa de colorau doce
Pimenta a gosto
Amor e paixão
Cozemos o bacalhau e reservamos a água de cozedura.
Limpamos o bacalhau da pele e espinhas.
Desfiamos o bacalhau.
Numa terrina colocamos os alhos pisados, o azeite o vinagre a pimenta e o colorau.
Misturamos tudo muito bem.
Juntamos o bacalhau desfiado e a água em que cozemos o bacalhau (ferver)
Servimos num prato de sopa com 2 ou 3 tiras de pão.
Adicionamos amor e paixão.
Sou um apaixonado pela culinária. Tanto pela arte da cozinha, como pela paixão de comer. Devoro todos os programas de culinária. Um dia, ainda aprendo a cozinhar! Aqui, quero partilhar as receitas que faço, que me oferecem. Há ingredientes indispensáveis que utilizo e que fazem a diferença: Amor e Paixão!
segunda-feira, 13 de junho de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
Cachupa à maneira da minha Tia Berta
A minha tia Berta, era uma caboverdiana genuína, cozinheira de mão cheia. Tinha sempre um sorriso na face e uma boa gargalhada com gosto sempre pronta a sair.
No fogão, estavam sempre panelões, a sério, enormes panelões ao lume. Pudera, a casa estava sempre cheia com crianças, primos, tios, amigos, netos... Não me recordo alguma vez de ter havido falta de comida, tinha sempre uma deliciosa solução caso houvesse necessidade.
Um dos pratos que fazia com muito carinho era a Cachupa.
Hoje em dia, facilmente encontramos Cachupa na restauração, muito devido à comunidade caboverdiana e africana a viver no nosso país, mas à 40 anos, não era vulgar encontramos Cachupa na restauração.
Para confeccionar a cachupa, ou catchupa, precisamos de milho cochido (pisado), ou seja milho que foi ao pilão.
O milho é preparado num almofariz (pilão de madeira). Colocamos o milho bem molhado lá dentro, e com um pau vai-se pilando até ficar sem pele. Depois pomos o milho ao sol a secar. De seguida, deita-se num balai (cesto do género de bandeja redonda, em verga, que serve para peneirar).
Já vi o milho para Cachupa embalado, nunca o utilizei. Hoje com facilidade encontramos em venda nos mercados ou praças..
Uma imagem que podemos dar da Cachupa, é que é uma feijoada com milho, no fundo é quase isso.
Nem todos os ingredientes são obrigatórios a serem utilizados, deixo ao vosso critério.
Podemos utilizar só o milho a feijoca ou feijão e algumas carnes.
Vamos então precisar de:
1 lt de milho cochido.
2,5 dl de favona (uma espécie de feijão grande, um pouco amargo), costumo usar feijão branco normal.
2,5 dl de feijão encarnado, facultativo
1 kg banana verde, facultativo
1 kg de mandioca, facultativo
1 kg de inhame, facultativo
1/2 kg de cenouras
2 dl de água
150 g de toucinho
2 cebolas grandes
4 dentes de alho
1 chouriço médio
1 kg de entrecosto de porco
300g Peito de frango
500 g de batata doce, facultativo, no meu paladar dá alma à cachupa
400 g de abóbora
200g de tomate maduro
Couve lombarda
Vinho branco
Sal
Piripiri
Amor e carinho
De véspera demolhamos o milho, a favona e o feijão.
No dia, leva-se a cozer num tacho, com água fria o milho a feijoca e o feijão.
Pode temperar-se a água da cozedura com cebola, alho e azeite.
À parte cozemos a bata doce.
Depois de cozidos o milho e os feijões adicionam-se a couve, mandioca, banana, inhame, a bata doce e a cenoura.
Numa caçarola colocam-se a cebola, alho e azeite e leva-se a refogar o tomate, as carnes, o chouriço; corta-se o refogado com vinho branco e adiciona-se a este refogado o milho, feijões e vegetais já cozidos. Tempera-se com sal e deixa-se apurar 30 minutos em lume brando.
Servir com muita morabeza, amor e paixão.
Imagem retirada da Internet
No fogão, estavam sempre panelões, a sério, enormes panelões ao lume. Pudera, a casa estava sempre cheia com crianças, primos, tios, amigos, netos... Não me recordo alguma vez de ter havido falta de comida, tinha sempre uma deliciosa solução caso houvesse necessidade.
Um dos pratos que fazia com muito carinho era a Cachupa.
Hoje em dia, facilmente encontramos Cachupa na restauração, muito devido à comunidade caboverdiana e africana a viver no nosso país, mas à 40 anos, não era vulgar encontramos Cachupa na restauração.
Para confeccionar a cachupa, ou catchupa, precisamos de milho cochido (pisado), ou seja milho que foi ao pilão.
O milho é preparado num almofariz (pilão de madeira). Colocamos o milho bem molhado lá dentro, e com um pau vai-se pilando até ficar sem pele. Depois pomos o milho ao sol a secar. De seguida, deita-se num balai (cesto do género de bandeja redonda, em verga, que serve para peneirar).
Já vi o milho para Cachupa embalado, nunca o utilizei. Hoje com facilidade encontramos em venda nos mercados ou praças..
Uma imagem que podemos dar da Cachupa, é que é uma feijoada com milho, no fundo é quase isso.
Nem todos os ingredientes são obrigatórios a serem utilizados, deixo ao vosso critério.
Podemos utilizar só o milho a feijoca ou feijão e algumas carnes.
Vamos então precisar de:
1 lt de milho cochido.
2,5 dl de favona (uma espécie de feijão grande, um pouco amargo), costumo usar feijão branco normal.
2,5 dl de feijão encarnado, facultativo
1 kg banana verde, facultativo
1 kg de mandioca, facultativo
1 kg de inhame, facultativo
1/2 kg de cenouras
2 dl de água
150 g de toucinho
2 cebolas grandes
4 dentes de alho
1 chouriço médio
1 kg de entrecosto de porco
300g Peito de frango
500 g de batata doce, facultativo, no meu paladar dá alma à cachupa
400 g de abóbora
200g de tomate maduro
Couve lombarda
Vinho branco
Sal
Piripiri
Amor e carinho
De véspera demolhamos o milho, a favona e o feijão.
No dia, leva-se a cozer num tacho, com água fria o milho a feijoca e o feijão.
Pode temperar-se a água da cozedura com cebola, alho e azeite.
À parte cozemos a bata doce.
Depois de cozidos o milho e os feijões adicionam-se a couve, mandioca, banana, inhame, a bata doce e a cenoura.
Numa caçarola colocam-se a cebola, alho e azeite e leva-se a refogar o tomate, as carnes, o chouriço; corta-se o refogado com vinho branco e adiciona-se a este refogado o milho, feijões e vegetais já cozidos. Tempera-se com sal e deixa-se apurar 30 minutos em lume brando.
Servir com muita morabeza, amor e paixão.
Imagem retirada da Internet
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Côcada com cardamomo
Recordo esta receita feita pelo meu avô, o aroma deixado pelo côco na cozinha, e o paladar docinho dos quadradinhos... e o desejo de os comer
Ofereciam os côcos ao meu avô que os atirava ao chão para os abrir, o que irritava profundamente a minha avó. Eu, adorava ver o côco a voar e a ficar partido.
O resultado final... experimentem. Não se esqueçam de adicionar ternura, amor e carinho. Assim fica delicioso.
Para além do amor, carinho e ternura, vamos precisar de:
1,75dl de leite
1 Chávena de açúcar
1 Chávena de côco ralado (o meu avô ralava o côco)
8 Sementes de cardamomo (encontramos em alguns hiper-mercados)
2 c. de chá de água de rosas pura, (que também encontramos com facilidade nos mercados)
Manteiga
Fervemos o leite, em lume médio durante meia-hora sem parar de mexer com varas de arame, até que o leite comece a espessar.
À parte misturamos o açúcar com o côco ralado, as sementes de cardamomo já moidas e a água de rosas.
Adicionamos esta mistura ao leite, sobre o lume, mexemos sempre até que o doce se desprenda do recipiente.
Retiramos do lume e deitamos numa tigela continuando sempre a mexer até que arrefeça.
Despejamos para um tabuleiro, previamente untado com a manteiga.
Alisamos a superfície e recolhemos no frigorífico.
Deixamos repousar no frio para solidificar, costumo deixar de um dia para o outro.
Desenformamos, e cortamos em quadrados.
No momento de servir, certo, polvilhar à-vontade com muito amor e ternura.
Ofereciam os côcos ao meu avô que os atirava ao chão para os abrir, o que irritava profundamente a minha avó. Eu, adorava ver o côco a voar e a ficar partido.
O resultado final... experimentem. Não se esqueçam de adicionar ternura, amor e carinho. Assim fica delicioso.
Para além do amor, carinho e ternura, vamos precisar de:
1,75dl de leite
1 Chávena de açúcar
1 Chávena de côco ralado (o meu avô ralava o côco)
8 Sementes de cardamomo (encontramos em alguns hiper-mercados)
2 c. de chá de água de rosas pura, (que também encontramos com facilidade nos mercados)
Manteiga
Fervemos o leite, em lume médio durante meia-hora sem parar de mexer com varas de arame, até que o leite comece a espessar.
À parte misturamos o açúcar com o côco ralado, as sementes de cardamomo já moidas e a água de rosas.
Adicionamos esta mistura ao leite, sobre o lume, mexemos sempre até que o doce se desprenda do recipiente.
Retiramos do lume e deitamos numa tigela continuando sempre a mexer até que arrefeça.
Despejamos para um tabuleiro, previamente untado com a manteiga.
Alisamos a superfície e recolhemos no frigorífico.
Deixamos repousar no frio para solidificar, costumo deixar de um dia para o outro.
Desenformamos, e cortamos em quadrados.
No momento de servir, certo, polvilhar à-vontade com muito amor e ternura.
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leite,
leite de côco,
manteiga
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Bebinca das Sete folhas e Bebinca de Timor
Ai, ai... esta sobremesa... 7 horas para fazer, 30 segundos para comer!
Conheci um cozinheiro do Bangladesh que me deu estas receitas. Sempre ou quase sempre que lá ia jantar, perguntava-lhe se tinha Bebinca. A resposta era sempre a mesma:
- Esse bolo que demora 7 horas de trabalho e comemos em 30 segundos? Claro que tenho para ti. Vou-te ensinar, e um dia vens cá tu fazer.
O restaurante fechou, hoje não sei o que é feito dele.
No entanto deu-me a receita da Bebinca das Sete folhas.
Mais tarde consegui uma outra receita de Bebinca: Bebinca de Timor.
Bebinca das Sete Folhas
Necessitamos, para além de muito amor e ternura,
6 Cardamomos
400g de açúcar
3dl de leite de côco
300g de farinha
Manteiga q.b
10 gemas
Amor e Ternura
Confeccionamos da seguinte maneira:
Batemos muito bem o açúcar com as gemas até ficar volumoso.
Juntamos o leite de côco e os cardamomos previamente pisados.
Batemos mais um pouco.
Aos poucos, misturamos a farinha e batemos muito bem.
Barramos uma forma redonda e lisa com manteiga, tendo o cuidado de deixar uma boa camada na base.
Levamos ao forno para aquecer a forma.
Retiramos a forma do forno
Deitar um porção do preparado de modo a cobrir o fundo da forma.
Levamos ao forno para cozer esta camada, (lume por cima, muito importante).
Quando esta camada estiver loura, deitamos uma nova camada do preparado.
Vamos repetindo esta tarefa até perfazer sete camadas,ou até o preparado acabar.
Ter em atenção para não deixar tostar demais as camadas, a ideia é deixar só alourar.
Depois... desenformar e comer até desaparecer, o que não é muito fácil.
Já comi Bebinca, tanto quente como fria. Ambos os casos, de repetir.
Antes de desenformar, polvilhar com amor e ternura.
Bebinca de Timor
6 dl de Leite de côco
12 Ovos
3 Colheres de sopa de manteiga
250 g de açúcar
2,5 dl de água
250 g de farinha de trigo sem fermento.
Amor, ternura e muito carinho
Batemos a farinha com as gemas muito bem.
Levamos um tacho com a água, o açúcar e a manteiga ao lume, até levantar fervura.
Retiramos do lume e adicionamos o leite de côco.
Deixamos arrefecer.
Juntamos a farinha e as gemas ao preparado e misturamos muito bem.
Untamos muito bem com manteiga uma forma redonda.
Deitamos o preparado até cobrir a base da forma, e levamos ao forno, lume por cima (gratinador), até cozer.
Repetimos a operação até fazer 5 camadas no total.
Esta Bebinca é servida, cortada ao triângulos.
Entre as camadas adicionar amor e carinho, sempre mas sempre com muita ternura.
Obrigado cozinheiro, um abraço.
Conheci um cozinheiro do Bangladesh que me deu estas receitas. Sempre ou quase sempre que lá ia jantar, perguntava-lhe se tinha Bebinca. A resposta era sempre a mesma:
- Esse bolo que demora 7 horas de trabalho e comemos em 30 segundos? Claro que tenho para ti. Vou-te ensinar, e um dia vens cá tu fazer.
O restaurante fechou, hoje não sei o que é feito dele.
No entanto deu-me a receita da Bebinca das Sete folhas.
Mais tarde consegui uma outra receita de Bebinca: Bebinca de Timor.
Bebinca das Sete Folhas
Necessitamos, para além de muito amor e ternura,
6 Cardamomos
400g de açúcar
3dl de leite de côco
300g de farinha
Manteiga q.b
10 gemas
Amor e Ternura
Confeccionamos da seguinte maneira:
Batemos muito bem o açúcar com as gemas até ficar volumoso.
Juntamos o leite de côco e os cardamomos previamente pisados.
Batemos mais um pouco.
Aos poucos, misturamos a farinha e batemos muito bem.
Barramos uma forma redonda e lisa com manteiga, tendo o cuidado de deixar uma boa camada na base.
Levamos ao forno para aquecer a forma.
Retiramos a forma do forno
Deitar um porção do preparado de modo a cobrir o fundo da forma.
Levamos ao forno para cozer esta camada, (lume por cima, muito importante).
Quando esta camada estiver loura, deitamos uma nova camada do preparado.
Vamos repetindo esta tarefa até perfazer sete camadas,ou até o preparado acabar.
Ter em atenção para não deixar tostar demais as camadas, a ideia é deixar só alourar.
Depois... desenformar e comer até desaparecer, o que não é muito fácil.
Já comi Bebinca, tanto quente como fria. Ambos os casos, de repetir.
Antes de desenformar, polvilhar com amor e ternura.
Bebinca de Timor
6 dl de Leite de côco
12 Ovos
3 Colheres de sopa de manteiga
250 g de açúcar
2,5 dl de água
250 g de farinha de trigo sem fermento.
Amor, ternura e muito carinho
Batemos a farinha com as gemas muito bem.
Levamos um tacho com a água, o açúcar e a manteiga ao lume, até levantar fervura.
Retiramos do lume e adicionamos o leite de côco.
Deixamos arrefecer.
Juntamos a farinha e as gemas ao preparado e misturamos muito bem.
Untamos muito bem com manteiga uma forma redonda.
Deitamos o preparado até cobrir a base da forma, e levamos ao forno, lume por cima (gratinador), até cozer.
Repetimos a operação até fazer 5 camadas no total.
Esta Bebinca é servida, cortada ao triângulos.
Entre as camadas adicionar amor e carinho, sempre mas sempre com muita ternura.
Obrigado cozinheiro, um abraço.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Perceves Cozidas
Um dos melhores, senão o melhor marisco que conheço.
Sentimos a força, o aroma e o paladar do mar.
Tive a possibilidade de comer perceves em Cabo Verde, são muito maiores que aquelas que encontramos por cá. Serviram-me com arroz e batatas fritas.
Colocamos num tacho a água com o sal e deixamos ferver.
Quando a água levantar fervura, colocamos as perceves.
Deixamos a cozinhar até a água levantar novamente fervura.
Retiramos da água.
Devem ser servidas frias.
Há quem goste de apadar a água onde as perceves vão ser cozidas, assim podemos adicionar à água da cozedura,
1 dente de alho,
1 folha de louro.
No momento de servir, regar com amor e paixão.
Sentimos a força, o aroma e o paladar do mar.
Tive a possibilidade de comer perceves em Cabo Verde, são muito maiores que aquelas que encontramos por cá. Serviram-me com arroz e batatas fritas.
Colocamos num tacho a água com o sal e deixamos ferver.
Quando a água levantar fervura, colocamos as perceves.
Deixamos a cozinhar até a água levantar novamente fervura.
Retiramos da água.
Devem ser servidas frias.
Há quem goste de apadar a água onde as perceves vão ser cozidas, assim podemos adicionar à água da cozedura,
1 dente de alho,
1 folha de louro.
No momento de servir, regar com amor e paixão.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Camarão no Forno com ternura
Como ando sempre no "zaping" à procura de programas de culinária, num deles aprendi esta receita.
Muito simples.
Precisamos de:
2 Kg. de camarão de tamanho médio
6 dentes de alho grandes
Sal (q.b.)
Piripiri
250Gr de manteiga.
Muita paixão, amor e carinho.
Lavamos os camarões e deixamos escorrer.
Com uma faca bem afiada, abrimos os camarões pelo dorso, no sentido longitudinal, deixamos a cabeça.
Retiramos as tripas, e passamos por água para os lavar. Reservamos.
Misturamos os alhos,o sal e o piripiri num almofariz.
Juntamos a manteiga até fazer uma pasta homogénea.
Barramos os camarões bem abertos ao meio.
Colocamos-os num tabuleiro.
Regamos os camarões com um pouco de cerveja e levamos ao forno já previamente aquecido.
Deixamos no forno entre 12 a 15 minutos até a casca dos camarões ficar avermelhada.
Podemos acompanhar com arroz, batata frita, salada e umas rodelas de limão.
Na hora de servir, polvilhar com amor, ternura e paixão.
Muito simples.
Precisamos de:
2 Kg. de camarão de tamanho médio
6 dentes de alho grandes
Sal (q.b.)
Piripiri
250Gr de manteiga.
Muita paixão, amor e carinho.
Lavamos os camarões e deixamos escorrer.
Com uma faca bem afiada, abrimos os camarões pelo dorso, no sentido longitudinal, deixamos a cabeça.
Retiramos as tripas, e passamos por água para os lavar. Reservamos.
Misturamos os alhos,o sal e o piripiri num almofariz.
Juntamos a manteiga até fazer uma pasta homogénea.
Barramos os camarões bem abertos ao meio.
Colocamos-os num tabuleiro.
Regamos os camarões com um pouco de cerveja e levamos ao forno já previamente aquecido.
Deixamos no forno entre 12 a 15 minutos até a casca dos camarões ficar avermelhada.
Podemos acompanhar com arroz, batata frita, salada e umas rodelas de limão.
Na hora de servir, polvilhar com amor, ternura e paixão.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Tarte Custard da Marina
Aqui vai a “famosa” receita…….
Foi assim que recebi a receita da tão famosa como deliciosa Tarte Custard. Tão, e muito prometida.
Fica tipo “pastel de nata” mas ultra rápido de fazer:
Ingredientes:
2 pacotes de natas
2 pacotes de natas cheios de leite
2 colheres sopa farinha Custard
1 colher sopa de farinha Maizena
175 gr Açúcar
Mistura-se tudo em frio, num tacho vai ao lume até engrossar (10-15min).
Numa forma de tarte de fundo amovível, colocar uma massa folhada (de compra), despejar o recheio acima, vai ao forno durante 10 a 15 min para dourar por cima.
1ºPasso
2ºPasso
3ºPasso
Está pronta, e é deliciosa!
Experimentem…..
Beijocas
Nesta receita, só tenho a acrescentar o amor e a paixão.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Tarte de Pastel de Nata
Os apreciadores do tradicional pastel de nata, podem desforrar-se com este pastel de nata em tamnho grande. Simplesmente deliciosa.
1 embalagem de massa quebrada,
3 gemas,
250 g de açúcar,
0,5 l leite,
3 colheres de farinha maizena,
casca de limão
pau de canela
Amor e Paixão
Bate-se as gemas com o açúcar.
Junta-se o leite e depois a farinha maizena.
Vai ao lume a engrossar com a casca de limão e o pau de canela.
Quando já está engrossou, retiramos do lume.
Tiramos a casca de limão e o pau de canela
Deita-se numa tarteira previamente forrada com a massa quebrada e vai ao forno.
Polvinlhar com amor e paixão.
1 embalagem de massa quebrada,
3 gemas,
250 g de açúcar,
0,5 l leite,
3 colheres de farinha maizena,
casca de limão
pau de canela
Amor e Paixão
Bate-se as gemas com o açúcar.
Junta-se o leite e depois a farinha maizena.
Vai ao lume a engrossar com a casca de limão e o pau de canela.
Quando já está engrossou, retiramos do lume.
Tiramos a casca de limão e o pau de canela
Deita-se numa tarteira previamente forrada com a massa quebrada e vai ao forno.
Polvinlhar com amor e paixão.
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Tarte
Bolo de Noz que nunca sobra
Um dos melhores bolos de nozes que já comi.
Tem o fascínio de não levar farinha.
Precisamos de:
400g de açucar
8 Ovos
500 gr de nozes grosseiramente moídas
Raspa de 1/2 limão
Amor, paixão e muito carinho
Bate-se o açucar com as gemas.
Juntamos as nozes e por fim as claras em castelo.
Levamos ao forno, +/- 200ºc
Costumo decorar com doce de ovos e nozes.
Eu sei... é muito doce, mas é muito bom.
Devemos servir fatias pequenas. Mesmo assim... desaparece.
Tem o fascínio de não levar farinha.
Precisamos de:
400g de açucar
8 Ovos
500 gr de nozes grosseiramente moídas
Raspa de 1/2 limão
Amor, paixão e muito carinho
Bate-se o açucar com as gemas.
Juntamos as nozes e por fim as claras em castelo.
Levamos ao forno, +/- 200ºc
Costumo decorar com doce de ovos e nozes.
Eu sei... é muito doce, mas é muito bom.
Devemos servir fatias pequenas. Mesmo assim... desaparece.
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quinta-feira, 7 de abril de 2011
Gambas à Braz, feitas por mim
Provei pela primeira vez, ao almoço de um dia em que nada corria bem.
Ao almoço perguntei ao empregado do restaurante, qual a sua sugestão. Sugeriu-me as "Gambas à Braz".
A tarde correu maravilhosamente bem.
O almoço, as famosas gambas à Braz?
Tive que as fazer em casa.
Comprei um caixa de camarão, gambas já cozidas, descascadas e sem cabeça, no hipermercado. Cada caixa tem cerca de 500g. Tinham-me falado muito bem de uma determinada marca, escolhia-a e foi uma excelente escolha. Servem para as mais diferentes opções.
Utilizei:
1 caixa de gambas já cozidas 500g.
1 pacote de batata palha, grande.
3 Cebolas.
2 dentes de alho.
Ovos.
Azeite.
Salsa picada.
Azeitonas pretas.
Piripiri, não é obrigatório mas acho que faz falta nesta receita. Utilizo 2 malaguetas picadas.
Amor e paixão.
Picamos o alho e cortamos as cebolas em meias luas finas.
Numa frigideira, refogamos as cebolas e os alhos, é nesta altura do refogado que costumo acrescentar o piripiri.
Quando as cebolas começarem a ficar translúcidas, adicionamos as gambas aos poucos. Carinhosamente envolvemos e deixamos cozinhar.
À parte, batemos os ovos e juntamos.
Deixamos cozinhar de maneira que as nossas gambas à Braz sejam servidas um pouco húmidas, eu gosto assim.
Polvilhamos com a salsa e acrescentamos as azeitonas.
No momento de servir deite amor e paixão.
Acompanhei com um Rosé bem fresco.
Ao almoço perguntei ao empregado do restaurante, qual a sua sugestão. Sugeriu-me as "Gambas à Braz".
A tarde correu maravilhosamente bem.
O almoço, as famosas gambas à Braz?
Tive que as fazer em casa.
Comprei um caixa de camarão, gambas já cozidas, descascadas e sem cabeça, no hipermercado. Cada caixa tem cerca de 500g. Tinham-me falado muito bem de uma determinada marca, escolhia-a e foi uma excelente escolha. Servem para as mais diferentes opções.
Utilizei:
1 caixa de gambas já cozidas 500g.
1 pacote de batata palha, grande.
3 Cebolas.
2 dentes de alho.
Ovos.
Azeite.
Salsa picada.
Azeitonas pretas.
Piripiri, não é obrigatório mas acho que faz falta nesta receita. Utilizo 2 malaguetas picadas.
Amor e paixão.
Picamos o alho e cortamos as cebolas em meias luas finas.
Numa frigideira, refogamos as cebolas e os alhos, é nesta altura do refogado que costumo acrescentar o piripiri.
Quando as cebolas começarem a ficar translúcidas, adicionamos as gambas aos poucos. Carinhosamente envolvemos e deixamos cozinhar.
À parte, batemos os ovos e juntamos.
Deixamos cozinhar de maneira que as nossas gambas à Braz sejam servidas um pouco húmidas, eu gosto assim.
Polvilhamos com a salsa e acrescentamos as azeitonas.
No momento de servir deite amor e paixão.
Acompanhei com um Rosé bem fresco.
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terça-feira, 5 de abril de 2011
Lapas Grelhadas
Mais uma encantadora iguaria que os mares nos oferecem.
Até as provar... Simplesmente delicioso.
Uma pequena nota, já provei as lapas congeladas, e são igualmente espectaculares.
Necessitamos de:
Lapas
Alho
Sumo de limão
Manteiga
Piripiri
Amor e paixão
Temos que ter o cuidado, de lavar bem as lapas para lhes retirar areias e sujidade.
Coloco-as num alguidar com água e sal. Geralmente compro-as de manhã, e deixo-as na água até à hora de as grelhar.
Já vi serem grelhadas simplesmente com sumo de limão e sal:
Colocam-se as lapas na grelha, (concha para baixo).
Enquanto estão a grelhar são regadas com sumo de limão e uma pitada de sal.
São retiradas do lume, quando a lapa começar a sair da casca.
Podemos também colocar alho muito bem picado e uma noz de manteiga por cima de cada lapa.
Deixamos a manteiga derreter.
Se for do agrado um pouco de piripiri.
No momento de servir, espremer um pouco de limão por cima das lapas.
Regar com amor e paixão.
Até as provar... Simplesmente delicioso.
Uma pequena nota, já provei as lapas congeladas, e são igualmente espectaculares.
Necessitamos de:
Lapas
Alho
Sumo de limão
Manteiga
Piripiri
Amor e paixão
Temos que ter o cuidado, de lavar bem as lapas para lhes retirar areias e sujidade.
Coloco-as num alguidar com água e sal. Geralmente compro-as de manhã, e deixo-as na água até à hora de as grelhar.
Já vi serem grelhadas simplesmente com sumo de limão e sal:
Colocam-se as lapas na grelha, (concha para baixo).
Enquanto estão a grelhar são regadas com sumo de limão e uma pitada de sal.
São retiradas do lume, quando a lapa começar a sair da casca.
Podemos também colocar alho muito bem picado e uma noz de manteiga por cima de cada lapa.
Deixamos a manteiga derreter.
Se for do agrado um pouco de piripiri.
No momento de servir, espremer um pouco de limão por cima das lapas.
Regar com amor e paixão.
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segunda-feira, 4 de abril de 2011
Pastéis de Nata
Esta receita foi-me enviada por "receitasde.com.pt".
Ainda não a confecionei, nem a provei mas, estou certo que é deliciosa.
Alterei-a com dois ingredientes que utilizo e tenho sempre na minha cozinha:
Amor e paixão.
1,3 kg de massa folhada
0,5 l leite m.g.
275 g de açúcar
35 g farinha s/fermento
sal q.b. (pitada)
margarina q.b. (1 noz)
5 gemas
1 ovo
Preparamos da seguinte maneira:
Colocamos o leite ao lume com a noz de margarina.
A seco misture a farinha com o açúcar e sal e quando o leite levantar fervura adicionamos à mistura mexendo energicamente.
Retire do lume, deixe arrefecer um pouco e adicione o ovo e as gemas.
Acrescente baunilha ou limão a gosto.
Leve a cozer a 290º-300º cerca de 8 minutos.
Nunca deixe mais tempo para que o recheio não saia das formas.
Ainda não a confecionei, nem a provei mas, estou certo que é deliciosa.
Alterei-a com dois ingredientes que utilizo e tenho sempre na minha cozinha:
Amor e paixão.
1,3 kg de massa folhada
0,5 l leite m.g.
275 g de açúcar
35 g farinha s/fermento
sal q.b. (pitada)
margarina q.b. (1 noz)
5 gemas
1 ovo
Preparamos da seguinte maneira:
Colocamos o leite ao lume com a noz de margarina.
A seco misture a farinha com o açúcar e sal e quando o leite levantar fervura adicionamos à mistura mexendo energicamente.
Retire do lume, deixe arrefecer um pouco e adicione o ovo e as gemas.
Acrescente baunilha ou limão a gosto.
Leve a cozer a 290º-300º cerca de 8 minutos.
Nunca deixe mais tempo para que o recheio não saia das formas.
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