quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Abacaxi recheado com arroz tailandês

Retirei e adaptei esta receita do livro "Thai Cooking - Step by Step of Asia Books.
É uma receita que habitualmente é servida nos restaurantes Tailandeses
Como adoro experimentar novos sabores e paladares, já tive algumas experiências menos deliciosas, esta enquadro nas muito bem sucedidas. Experimentem que vão adorar.
Atrai-me o contraste dos temperos com o adocicado do abacaxi.

Vamos necessitar dos seguintes ingredientes
1 abacaxi médio
¼ de chávena de óleo vegetal
3 dentes de alho picados
1 a 2 colheres de chá de pimenta vermelha picada
150g de lombo de porco cortado em cubos bem pequenos
150g de camarão
Caldo de peixe
Sal, a gosto
3 chávenas de arroz cozido normalmente com sal
2 colheres de sopa de manjericão picado
3 ramos de cebolinho picado
2 colheres de sopa de coentros picado
Pimenta vermelha cortada em tiras finas, para decoraração.
Arroz de jasmim, caso não tenha substituir por outro tipo de arroz, é mais económico
Amor
Paixão

Preparação:
-Cortamos o abacaxi ao meio no sentido do comprimento, não retiramos as folhas.
-Com uma faca, removemos o miolo do abacaxi, ter o cuidado de deixar uma borda cerca de 1cm.
-Descartamos a parte mais dura do miolo e cortamos o restante em cubos. Reservar.
-Numa frigideira grande, se tiverem um wok usem-no, em fogo alto, aquecemos 1 colher de sopa de óleo. ---Acrescentamos o alho, a cebola e a pimenta. Refogar mais ou menos 1 minuto.
-Adicionamos a carne de porco e deixamos refogar, mexendo sem parar, por 2 minutos.
-Acrescentamos o camarão e refogamos por 3 minutos. Não deixar de mexer.
-Rectificamos o tempero, caso necessite de sal acrescentamos um pouco
-Transferimos a mistura de carne de porco com camarão para um prato. Reservar.
-Colocar o restante do óleo na frigideira ou wok. Quando o óleo estiver bem quente, acrescente o arroz e mexer por 2 minutos.
-Colocamos a mistura de carne de porco com camarão no wok.
-Acrescentamos o abacaxi e o manjericão, retiramos o wok do fogão.
-Envolver bem.
-Servir o arroz nos dois pedaços de abacaxi.
- Decoramos com cebolinho, coentros e pimenta vermelha.

Uma dica:
O arroz usado, deve ser cozido no dia anterior.
Se encontrarem caldo de peixe tailandês, e arroz jasmim,  podem fazer a receita original.
Use o arroz de jasmim sem sal, substituindo-o pelo caldo de peixe.
Acrescente 2 colheres de sopa de caldo de peixe ao arroz no final do preparo

No momento de servir, acrescentar amor e paixão a gosto

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Doce de leite da avó Zul

Pelo que me foi transmitido, é um doce tradicional de Cabo Verde.
Sempre que a família se reunia, este doce era feito pela mão da minha avó.
Mais uma vez, quero acreditar que temos os ingredientes necessários em casa.
Geralmente, pelo que vimos no cinema, há sempre falta de açúcar, uma boa desculpa para irmos bater à porta do lado, mais tarde podemos sempre brilhar e oferecer um pouco da nossa arte.

1l Leite
250g Açúcar
1 Limão (sumo e casca)
Canela em pó, para decorar
Amor
Paixão

Adicionamos o açúcar ao leite mais a casca de limão e deixamos ferver.
Quando começar a ferver, para coalhar o leite, juntamos o sumo de limão.
Deixamos ferver até atingir o ponto de estrada
Deixamos arrefecer.
Servimos numa taça.
Habitualmente decoro com canela em pó.
Não esquecer, enquanto o leite ferve de acrescentar amor e paixão nas quantidades que desejar.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Lombos de bacalhau no forno

Vi esta receita num programa de televisão. Simples, rápida, de um sabor surpreendente.
Qualquer cozinha tem os ingredientes que necessitamos, bom quero acreditar que sim.
Precisamos de:
Lombos de bacalhau
1 Dente de alho esmagado
1 folha de louro (sou da opinião que a folha de louro deve ser fresca, não havendo usamos a folha seca)
Azeite
Paixão
Amor

Numa travessa que possa ir ao forno, colocamos o lombo na travessa,
Por cima do lombo, colocamos o dente de alho esmagado a folha de louro, e regamos com um fio de azeite.
Levamos ao forno, mais ou menos 180º durante 15 a 20 minutos.
Regamos com paixão e amor.

Podemos servir com uma salada de legumes, batatinhas assadas.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Prazeres de caril com camarão cozinhado em leite de côco

Um destes dias, uns amigos meus, convidaram-me para jantar. Quando aceitei, mal sabia que o jantar seria em minha casa, o que não era o problema, a questão era a ideia deles: Queriam ser surpreendidos!
Andava a magicar esta ideia. Não sabia se fazia ou não sentido, se dava ou não para fazer. Como ia ter umas cobaias divertidas em casa, não lhes disse nada e fui em frente.
Dias mais tarde, vi num programa na TV, uma receita oriental similar aquela que fiz. Essa sim, devia estar espectacular. Fiquei satisfeito comigo pela minha ideia.
A avaliar por todos me terem pedido a receita, foi um sucesso.

Temos melhores resultados se tivermos um wok, caso contrário, usamos a tradicional frigideira.
Não esquecer que no wok os alimentos são cozinhados muito rapidamente.

Vamos precisar de:
Um cebola pequena picada
Um dente de alho picado ou laminado
Gengibre laminado ou picado
Piripiri a gosto, atenção se o caril for muito picante
Uma estrela de anis
Um pau de canela
2 a 3 sementes de cardamomo
Duas colheres de chá de tamarino
Caril
Leite de côco. 200g
1 kg de camarão descascado
Manteiga
Azeite, usei azeite, mas podemos substituir por óleo
Sal
Amor
Paixão.

Aquecemos muito bem o Wok. Quando este estiver bem quente, colocamos um nó de manteiga o azeite, e o tamarino.
Esperamos um pouco para estes aquecerem.
Adicionamos a estrela de anis, o cardamomo, pau de canela.
Aguardamos um pouco, para que os sabores do anis do cardamomo e da canela perfumem o azeite.
Acrescentamos a cebola e o alho. Deixamos alourar.
Quando a cebola começar a alourar, adicionamos pouco a pouco, muito importante o leite de côco ser acrescentado pouco a pouco.
Neste momento devemos baixar o lume.
Vamos envolvendo.
Antes de adicionarmos um pouco mais de leite de côco, acrescentamos duas ou 3 colheres de chá de caril. Não esquecer de ir mexendo para o caril se dissolver no leite de côco.
Acrescentamos mais um pouco de leite de côco, envolvendo sempre.
Quando o leite de côco começar a ferver, acrescentamos os camarões que vão ser cozinhados no leite de côco.
Se necessário acrescentamos mais leite de côco.
Adicionamos o gengibre e envolvemos, (o gengibre pode ser adicionado na mesma altura em que se acrescenta a cebola e o alho).
Quando os camarões estiverem cozinhados, sentir o aroma e adiciona o amor e a paixão.

Servi com arroz branco confeccionado com uma estrela de anis, um pouco de cominhos e 2 sementes de cardamomo.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Sopa Neptuno

Descobri esta receita perdida no meio de papeis antigos. Percebi que se tratava de uma receita do meu avô, um antigo homem que sempre viveu no e do mar.
Tomei a liberdade de alterar um pouco a receita original, por exemplo, a receita original sugere que se cozinhe com água do mar.

Ingredientes necessários para homens do mar.

500g de lombo de tamboril
500g de camarão
500g de mexilhão
500g de amêijoas
120 ml de azeite
2 cebolas grandes picadas
2 dentes de alho picados
4 tomates maduros cortados em pequenos cubos
1 cenoura picada
2 malaguetas (piripiri)
2 colheres de sopa de polpa de tomate
100g de farinha de milho
2 colheres de sopa de rum
Sal
1 molho de coentros levemente picados
Amor e paixão (ingredientes que eu tomei a liberdade de adicionar)

Como preparar:
Colocamos ao lume 2,5 l de água do mar (água com sal) a ferver.
Adicionamos o tamboril e o camarão. Deixamos cozer.
Com uma escumadeira, retiramos o camarão e o tamboril, reservamos.

Colocamos os mexilhões na água e deixamos cozer até abrirem. Depois dos mexilhões abertos, retiremos reservamos.

Descascamos os camarões e guardamos as cascas e as cabeças.
Limpamos o tamboril de peles, espinhas e desfiamos.
Retirar o miolo de mexilhão e guardar

Juntamos as cascas e as cabeças do camarão à água e deixe ferver durante 5 minutos. Passado os 5 minutos, retire as cascas e as cabeças do caldo.
Coar o caldo.

Levamos ao lume num tacho largo, o azeite, a cebola, o alho, a cenoura, o tomate e as malaguetas.
Mexemos e deixamos refogar calmamente.
Adicionamos a polpa de tomate ao refogado e mexemos.
À parte juntamos o
Juntar o caldo, mas reserve um pouco para depois dissolver a farinha. Deixa ferver cerca de 10 minutos.

Dissolvemos a farinha com o caldo previamente reservado.
Passar muito bem a sopa com a varinha mágica, (hoje temos acesso a esta tecnologia) e adicionamos a farinha.
Mexer e deixar ferver. Juntamos o rum, as amêijoas, o tamboril, o mexilhão e o miolo de camarão. Deixe cozinhar até as amêijoas abrirem.

Depois das amêijoas abertas, juntamos os coentros.
Mexemos um pouco
Tocar a sineta para chamar os marujos, a sopa vai ser servida.
Em cada prato, adicionar amor e paixão

terça-feira, 12 de julho de 2011

Camarões ao sal

Convidaram-me para petiscar, camarões ao sal. Já me tinha deliciado com uma dourada ao sal, mas camarões nunca tinha provado. O resultado foi delicioso.

Precisamos de:
1 Kg de sal grosso
Ervas aromáticas (salsa, tomilho, coentros)
Camarões, 15 a 20, (depende do tamanho da travessa)
1 tabuleiro que possa ir ao forno
Amor e paixão

Lavar e secar muito bem os camarões (com casca).
Picar finamente as ervas aromáticas e misturar no sal grosso.
No tabuleiro colocamos o sal já com as ervas armáticas misturadas de forma a formar uma base com cerca de 1cm de altura.
Deitamos os camarões de lado, sobre a cama de sal.
Cobrimos o camarão com o resto do sal.
Levamos ao forno, previamente aquecido a 200º durante cerca 25 minutos
Retiramos o sal dos camarões.
Acrescentamos amor e paixão.
Podemos servir com sumo de limão

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Sopa Gata ou sopinha de bacalhau

Passava eu as minhas férias da Páscoa para os lados do Alto Alentejo, Castelo de Vide, quando me disseram que para o almoço ia ter uma especialidade da terra: Sopa Gata, sopinha, de bacalhau.
Como quase todos os miúdos, não era um grande apreciador de bacalhau, de facto até nem entendia como os crescidos conseguiam comer bacalhau com um ar tão deliciados. É certo que os gostos mudam com a idade, a maturidade.
Ter que comer sopa, já não era muito bom, mas sopa de bacalhau... O que os crescidos inventam. Ia ser um almoço de fome.
Ainda hoje, estou para perceber como esta sopa me surpreendeu e ajudou a despertar o meu palato para o bacalhau. Claro que, demorou ainda algum tempo até este ganhar a minha confiança.

Necessitamos de:
400g de bacalhau
1 pão cortado às fatias (Alentejano)
2 dentes de alho
3 colheres de sopa de azeite
1 colher de sopa de vinagre
1 colher de sobremesa de colorau doce
Pimenta a gosto
Amor e paixão

Cozemos o bacalhau e reservamos a água de cozedura.
Limpamos o bacalhau da pele e espinhas.
Desfiamos o bacalhau.

Numa terrina colocamos os alhos pisados, o azeite o vinagre a pimenta e o colorau.
Misturamos tudo muito bem.
Juntamos o bacalhau desfiado e a água em que cozemos o bacalhau (ferver)
Servimos num prato de sopa com 2 ou 3 tiras de pão.
Adicionamos amor e paixão.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Cachupa à maneira da minha Tia Berta

A minha tia Berta, era uma caboverdiana genuína, cozinheira de mão cheia. Tinha sempre um sorriso na face e uma boa gargalhada com gosto sempre pronta a sair.
No fogão, estavam sempre panelões, a sério, enormes panelões ao lume. Pudera, a casa estava sempre cheia com crianças, primos, tios, amigos, netos... Não me recordo alguma vez de ter havido falta de comida, tinha sempre uma deliciosa solução caso houvesse necessidade.
Um dos pratos que fazia com muito carinho era a Cachupa.
Hoje em dia, facilmente encontramos Cachupa na restauração, muito devido à comunidade caboverdiana e africana a viver no nosso país, mas à 40 anos, não era vulgar encontramos Cachupa na restauração.

Para confeccionar a cachupa, ou catchupa, precisamos de milho cochido (pisado), ou seja milho que foi ao pilão.
O milho é preparado num almofariz (pilão de madeira). Colocamos o milho bem molhado lá dentro, e com um pau vai-se pilando até ficar sem pele. Depois pomos o milho ao sol a secar. De seguida, deita-se num balai (cesto do género de bandeja redonda, em verga, que serve para peneirar).

Já vi o milho para Cachupa embalado, nunca o utilizei. Hoje com facilidade encontramos em venda nos mercados ou praças..

Uma imagem que podemos dar da Cachupa, é que é uma feijoada com milho, no fundo é quase isso.
Nem todos os ingredientes são obrigatórios a serem utilizados, deixo ao vosso critério.
Podemos utilizar só o milho a feijoca ou feijão e algumas carnes.

Vamos então precisar de:
1 lt de milho cochido.
2,5 dl de favona (uma espécie de feijão grande, um pouco amargo), costumo usar feijão branco normal.
2,5 dl de feijão encarnado, facultativo
1 kg banana verde, facultativo
1 kg de mandioca, facultativo
1 kg de inhame, facultativo
1/2 kg de cenouras
2 dl de água
150 g de toucinho
2 cebolas grandes
4 dentes de alho
1 chouriço médio
1 kg de entrecosto de porco
300g Peito de frango
500 g de batata doce, facultativo, no meu paladar dá alma à cachupa
400 g de abóbora
200g de tomate maduro
Couve lombarda
Vinho branco
Sal 
Piripiri
Amor e carinho

De véspera demolhamos o milho, a favona e o feijão.
No dia, leva-se a cozer num tacho, com água fria o milho a feijoca e o feijão.
Pode temperar-se a água da cozedura com cebola, alho e azeite.
À parte cozemos a bata doce.
Depois de cozidos o milho e os feijões adicionam-se a couve, mandioca, banana, inhame, a bata doce e a cenoura.
Numa caçarola colocam-se a cebola, alho e azeite e leva-se a refogar o tomate, as carnes, o chouriço; corta-se o refogado com vinho branco e adiciona-se a este refogado o milho, feijões e vegetais já cozidos. Tempera-se com sal e deixa-se apurar 30 minutos em lume brando.
Servir com muita morabeza, amor e paixão.

                                                              Imagem retirada da Internet

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Côcada com cardamomo

Recordo esta receita feita pelo meu avô, o aroma deixado pelo côco na cozinha, e o paladar docinho dos quadradinhos... e o desejo de os comer
Ofereciam os côcos ao meu avô que os atirava ao chão para os abrir, o que irritava profundamente a minha avó. Eu, adorava ver o côco a voar e a ficar partido.
O resultado final... experimentem. Não se esqueçam de adicionar ternura, amor e carinho. Assim fica delicioso.
Para além do amor, carinho e ternura, vamos precisar de:

1,75dl de leite
1 Chávena de açúcar
1 Chávena de côco ralado (o meu avô ralava o côco)
8 Sementes de cardamomo (encontramos em alguns hiper-mercados)
2 c. de chá de água de rosas pura, (que também encontramos com facilidade nos mercados)
Manteiga

Fervemos o leite, em lume médio durante meia-hora sem parar de mexer com varas de arame, até que o leite comece a espessar.
À parte misturamos o açúcar com o côco ralado, as sementes de cardamomo já moidas e a água de rosas.
Adicionamos esta mistura ao leite, sobre o lume, mexemos sempre até que o doce se desprenda do recipiente.
Retiramos do lume e deitamos numa tigela continuando sempre a mexer até que arrefeça.
Despejamos para um tabuleiro, previamente untado com a manteiga.
Alisamos a superfície e recolhemos no frigorífico.
Deixamos repousar no frio para solidificar, costumo deixar de um dia para o outro.
Desenformamos, e cortamos em quadrados.

No momento de servir, certo, polvilhar à-vontade com muito amor e ternura.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Bebinca das Sete folhas e Bebinca de Timor

Ai, ai... esta sobremesa... 7 horas para fazer, 30 segundos para comer!
Conheci um cozinheiro do Bangladesh que me deu estas receitas. Sempre ou quase sempre que lá ia jantar, perguntava-lhe se tinha Bebinca. A resposta era sempre a mesma:
- Esse bolo que demora 7 horas de trabalho e comemos em 30 segundos? Claro que tenho para ti. Vou-te ensinar, e um dia vens cá tu fazer.
O restaurante fechou, hoje não sei o que é feito dele.
No entanto deu-me a receita da Bebinca das Sete folhas.
Mais tarde consegui uma outra receita de Bebinca: Bebinca de Timor.

Bebinca das Sete Folhas

Necessitamos, para além de muito amor e ternura,
6 Cardamomos
400g de açúcar
3dl de leite de côco
300g de farinha
Manteiga q.b
10 gemas
Amor e Ternura

Confeccionamos da seguinte maneira:
Batemos muito bem o açúcar com as gemas até ficar volumoso.
Juntamos o leite de côco e os cardamomos previamente pisados.
Batemos mais um pouco.
Aos poucos, misturamos a farinha e batemos muito bem.
Barramos uma forma redonda e lisa com manteiga, tendo o cuidado de deixar uma boa camada na base.
Levamos ao forno para aquecer a forma.
Retiramos a forma do forno
Deitar um porção do preparado de modo a cobrir o fundo da forma.
Levamos ao forno para cozer esta camada, (lume por cima, muito importante).
Quando esta camada estiver loura, deitamos uma nova camada do preparado.
Vamos repetindo esta tarefa até perfazer sete camadas,ou até o preparado acabar.
Ter em atenção para não deixar tostar demais as camadas, a ideia é deixar só alourar.

Depois... desenformar e comer até desaparecer, o que não é muito fácil.
Já comi Bebinca, tanto quente como fria. Ambos os casos, de repetir.
Antes de desenformar, polvilhar com amor e ternura.

Bebinca de Timor

6 dl de Leite de côco
12 Ovos
3 Colheres de sopa de manteiga
250 g de açúcar
2,5 dl de água
250 g de farinha de trigo sem fermento.
Amor, ternura e muito carinho

Batemos a farinha com as gemas muito bem.
Levamos um tacho com a água, o açúcar e a manteiga ao lume, até levantar fervura.
Retiramos do lume e adicionamos o leite de côco.
Deixamos arrefecer.
Juntamos a farinha e as gemas ao preparado e misturamos muito bem.
Untamos muito bem com manteiga uma forma redonda.
Deitamos o preparado até cobrir a base da forma, e levamos ao forno, lume por cima (gratinador), até cozer.
Repetimos a operação até fazer 5 camadas no total.
Esta Bebinca é servida, cortada ao triângulos.
Entre as camadas adicionar amor e carinho, sempre mas sempre com muita ternura.

Obrigado cozinheiro, um abraço.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Perceves Cozidas

Um dos melhores, senão o melhor marisco que conheço.
Sentimos a força, o aroma e o paladar do mar.
Tive a possibilidade de comer perceves em Cabo Verde, são muito maiores que aquelas que encontramos por cá. Serviram-me com arroz e batatas fritas.

Colocamos num tacho a água com o sal e deixamos ferver.
Quando a água levantar fervura, colocamos as perceves.
Deixamos a cozinhar até a água levantar novamente fervura.
Retiramos da água.
Devem ser servidas frias.

Há quem goste de apadar a água onde as perceves vão ser cozidas, assim podemos adicionar à água da cozedura,
1 dente de alho,
1 folha de louro.

No momento de servir, regar com amor e paixão.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Camarão no Forno com ternura

Como ando sempre no "zaping" à procura de programas de culinária, num deles aprendi esta receita.
Muito simples.
Precisamos de:

2 Kg. de camarão de tamanho médio
6 dentes de alho grandes
Sal (q.b.)
Piripiri
250Gr de manteiga.
Muita paixão, amor e carinho.

Lavamos os camarões e deixamos escorrer.
Com uma faca bem afiada, abrimos os camarões pelo dorso, no sentido longitudinal, deixamos a cabeça.
Retiramos as tripas, e passamos por água para os lavar. Reservamos.
Misturamos os alhos,o sal e o piripiri num almofariz.
Juntamos a manteiga até fazer uma pasta homogénea.
Barramos os camarões bem abertos ao meio.
Colocamos-os num tabuleiro.
Regamos os camarões com um pouco de cerveja e levamos ao forno já previamente aquecido.
Deixamos no forno entre 12 a 15 minutos até a casca dos camarões ficar avermelhada.

Podemos acompanhar com arroz, batata frita, salada e umas rodelas de limão.
Na hora de servir, polvilhar com amor, ternura e paixão.